quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Agora nos cinemas: Professora sem Classe

Chegou semana passada aos cinemas esta comédia que inverte os valores dirigda por Jake Kasdan (filho de Lawrence Kasdan e que já dirigiiu previamente a comédia "Walk Hard" com John C. Reilly), onde uma professora caça maridos, ao seu largada pelo noivo rico (porque a mae do mesmo breca o casamento por saber que ela é uma golpista), tem que voltar a dar aulas, de um modo nada convencional e nada educativo.
Diaz faz Elizabeth, a professora sem classe em questão que para passar o tempo de seus alunos passa filmes para os mesmos, não é nada amigável com os colegas, e só quer saber de ganhar dinheiro para colocar silicone. É cortejada pelo professor de educação fisica (Jason Segel), mas se interessa pelo nerd professor vivido por Justin Timberlake (seu ex noivo) que é milionário. Acontece que ele começa a namorar outra professora do colégio, a boazinha demais Amy (Lucy Punch, que muitos não gostam mas que eu acho genial), e as duas se tornam rivais. Ela ainda divide um apartamento com um motoqueiro maluco (Eric Stonestreet, claramente fazendo uma satira, principalmente por ser famoso por um papel totalmente gay no excelente "Mordern Family"), e ao descobrir que seus alunos podem conseguir uma quantia em dinheiro por causa de um teste, vai fazer de tudo para que os mesmos passem.
Enfim, o interessante aqui é que torcemos pela vilã, não pela mocinha, e as situações, por mais grosseiras que sejam, nos são apresentadas de um modo hilário e cativante, fazendo com que homens e mulheres se divirtam com o filme. O roteiro, da dupla Gene Stupnitsky e Lee Eisenberg (os roteiristas da série "The Office") é bom o suficiente para fazer com que o publico aceite a protagonista, por mais desmiolada e sem escrupulos que ela seja. E Diaz está ótimo, bem como o resto do elenco (Timberlake excelente, mas com ela não combina, como pode isso?).
Um filme inteligente, ácido e bem feito, onde a bela atriz mostra sua versatilidade e seu talento.

nota: 7,5

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Agora nos cinemas: "Um sonho de amor"

Gente, finalmente chega ao país o longa "Um sonho de amor"- I am love, onde Tilda Swinton dá um banho de interpretação! Como gostei muito do filme, resolvi fazer um videocast do mesmo:




Espero que gostem!
Mil beijos,
vivi

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Agora nos cinemas: Smurfs em 3D

Criado pelo belga Pierre Culliford, mais conhecido como Peyo, os Smurfs ficaram famosos mundialmente com os comics e, posteriormente com a série de desenhos que foi considerada uma das 100 mais importantes da historia da TV, e a mais importante da década de 80. 30 anos depois de estrelarem uma série de televisão, os Smurfs chegam às telonas, em uma comedia live action em 3D dirigida por Raja Gosnell, que surpreendeu nas bilheterias por ser atualmente o filme mais visto mundialmente.
Optando por uma trama live action, aqui os bichinhos azuis vão parar em Nova York para fugirem do sempre vilão (e nada inteligente) Gargamel (feito por Hank Azaria), que quer porque quer destruir os Smurfs para ficar com o poder dos picurruchos para dominar o mundo (isso claro com a ajuda do gato cruel- este sim muito esperto), sendo que eles acabam entrando na vida de Patrick (Neil Patrick Harris), e Grace (Jayma Mays) um jovem casal, ela gravida, e ele diretor de marketing de uma marca de cosmeticos comandada por uma vilã mão de ferro, Odile (interpretada por Sofia Vergara), que vão virar a vida de todos de cabeça para baixo, mas tambem ensinar muitas lições para o casal.
O filme é extremamente leve, e claro, por ter como casal dois dos atores mais queridos da TV (Neil veterano e adorado, Jayma conhecida por Glee), faz com que o publico se afeiçoe pelos protagonistas, principalmente pelo elo que eles constituem com os smurfs (papai smurf, smurfete e desastrado em especial), onde o longa reforça a relação de família, algo que está se perdendo nos dias de hoje. O filme ainda é engraçadíssimo, mas sem ser bobão (como os anteriores Scooby Doo de Raja), embora Hank Azaria caia um pouco na caricatura com seu Gargamel (algo que é suprimido pelo hilário gato Cruel). O 3D ainda é bem utilizado, sem ser grosseiro ou rude, mas ainda assim eficiente. E ainda tem a trilha sonora do brasileiro Heitor Pereira (que habitualmente trabalha com Raja), que incorpora bem o tema dos Smurfs de modo eficiente e inteligente. O filme ainda homenageia o criador dos Smurfs, Peyo, quando os mesmos vão à uma loja de livros antigos e acham o primeiro comic que Peyo fez sobre os Smurfs!!!! Esta cena com certeza emociona, pela maneira delicada e bonita com que foi feita. Outro favor positivo são as dublagens (em inglês foi feito por um time de astros encabeçados por Katy Perry e Alan Cumming mas em português pelo que eu me lembre algumas vozes são as mesmas dos desenhos!) que deixam os bichinhos ainda mais fofos e adoráveis. Mas o mais interessante é o fato dele conseguir atingir tanto as crianças da nova geração que estão adorando o filme e realmente se divertindo (para terem idéia, na minha sessão as crianças presentes bateram palmas no final!).
Conseguindo atingir os adultos e as crianças, o longa se revela um otimo entretenimento para todos, sendo engraçado e com boas intenções na medida certa.

nota: 8,0

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Minha volta e filmes que eu vi no avião

Oi genteeeeeeeeeeee, sentiram saudades de mim?????? Eu passei um mês de férias na Itália e em Portugal, mas agora estou de voltaaaaaaaaaaa! E claro, volto a postar aqui! Quase não vi filmes pois com tantas cidades que conheci, foi realmente impossível parar para assistir algum filme! Então, os únicos longas conferidos por mim durante o mês de julho/inicio de agosto, foram aqueles vistos no avião, e olha que eu até que consegui ver alguns filmes- foram 5 no total: Lês emotifs anonymes, Potiche, Win Win, Cinema Verité e There be Dragons, e eu agora falo um pouquinho destes filmes (sem estragar a surpresa é claro) e sobre o que eu achei deles:


Lês emotifs anonymes: Este é um adorável filme francês estrelado por dois atores que eu gosto muito: Benoit Poelvoorde e Isabelle Carré que interpretam duas pessoas extremamente tímidas e sensíveis que amam chocolate. Ele, Jean- René, é dono de uma fábrica de chocolates que está falindo e ela, Angélique, é uma chocolateira de mão cheia que não consegue expor o seu talento devido sua timidez. Quando Jean contrata Angélique para ser vendedora dos chocolates, eles não só se apaixonam como vão afetar totalmente a vida um do outro. Imitando a dinâmica verde e vermelha de Amélie Poulain, mas dentro de uma estrutura opaca, “Lês emotifs anonymes” é uma belíssima obra que encanta o espectador por sua simplicidade e doçura. Nota: 8,5

Win Win: excelente longa dirigido e escrito pelo sempre competente Thomas McCarthy (que anteriormente dirigiu “O visitante” e “O agente da estação”) e que aqui narra a historia de um advogado frustrado vivido por Paul Giamati que vê sua condição financeira melhorar ao assumir a tutela de um de seus clientes. Acontece que o neto do individuo aparece e, além de se tornar elo fundamental na sua família, demonstra um talento extraordinário para a luta romana, esporte sob o qual o protagonista é técnico em uma high school. Com um elenco de apoio sensacional (Amy Ryan, Bobby Cannavale, Jeffrey Tambor, Melanie Lynskey e Margo Martindale) e a revelação chamada Alex Shaffer (Win Win foi o seu primeiro filme e antes ele era realmente lutador no high school!), esta comedia deliciosa é um dos melhores filmes do ano, e mais uma vez Giamati mostra porque é um dos melhores atores do mundo hoje. Nota: 9,0

Potiche- esposa troféu: Não posso dizer que “Potiche-esposa troféu” foi especialmente uma decepção, mas eu realmente esperava mais do filme que tem uma das minhas atrizes favoritas como protagonista: Catherine Deneuve. Aqui, François Ozon mais uma vez utiliza o exagero ao seu favor, ao fazer uma comédia leve e interessante que tem um elenco de astros (Gerard Depardieu, Fabrice Luchini, Karin Viard e Jérémie Renier são alguns dos nomes) mas que se torna cansativa e às vezes deslocada. O filme gira em torno de Suzanne, que, tem como marido Robert (Luchini) um crápula que administra a fábrica de guarda-chuvas herdada pela esposa (uma referência clara ao longa “os guarda-chuvas do amor” clássico francês estrelado pela diva e um dos meus filmes favoritos:D) sendo que ele a trai sem piedade com a secretária (Viard), trata mal os filhos, e é péssimo administrador da fábrica, o que causa uma greve comandada por Babin (Depardieu) antigo amor da protagonista. Quando Robert infarta, é Suzanne quem assume a direção da fábrica, mostrando que é muito mais do que simplesmente uma jarra de luxo. Um bom filme, que às vezes se rende ao kitsch, mas que poderia mostrar muito mais devido sua boa proposta. Nota: 7,0

Cinema Verité: Filme feito pela HBO que conta a história real da família Loud, que foi a primeira a ser alvo de um reality show que mudou a vida da família e da sociedade americana. Protagonizado por Diane Lane, Tim Robbins e James Gandolfini, o filme que tem inúmeras indicações ao Emmy (incluindo melhor atriz e filme/minissérie para tv) é uma grande obra, onde Diane já um show em cena e a história é no mínimo comovente. Onde está o limite entre a ética e a televisão? Entre a verdade e o sensacionalismo? Este é o alvo discutido por “Cinema Verité” feito de modo brilhante e ácido. Nota: 8,5

There be Dragons: dizer que o novo longa de Roland Joffé é ruim seria no mínimo um exagero, mas o filme poderia ter seguido um rumo único, já que ele retrata a guerra espanhola na década de 30 em paralelo com a vida de Josemaria Escrivã, o fundador da Opus Dei...não seria muito mais lógico e correto que o longa fosse uma biografia do mesmo? Até porque o escolhido para ser protagonista da trama é o sempre competente Charles Cox, que mais uma vez mostra qualidade em sua atuação, enquanto Wes Bentley faz o seu rival de modo muito superficial e pouco notório. Estão no elenco ainda Dougray Scott (ótimo como o jornalista que está escrevendo a biografia de Josemaria), Olga Kurylenko (como o interesse romântico de Manolo, personagem de Bentley) e Rodrigo Santoro, ótimo como Oriol, um líder politico sob o qual a personagem de Olga se apaixona. O filme ainda tem participações pequenas de Grealdine Chaplin, como uma ama e Ana Torrent, como a mãe de Josemaria. No mais destaca-se a belíssima trilha de Stephen Warbeck, sempre notório e a fotografia de Gabriel Beristain. Um belíssimo filme, mas que poderia alçar vôos muito mais altos, principalmente por ser realizado por um diretor que sabe fazer este tipo de historia de modo denso e natural. Nota: 7,0

Bem gente, foram estes os filmes que eu vi nos meus vôos de partida e retorno da europa, logo mais pra frente eu estarei fazendo posts sobre lugares que eu visitei que serviram de cenário para filmes famosos.

Mil beijos e saudades,

vivi

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

30 Days Film Challenge

Dia 24 - Seu documentário favorito A Marcha dos Pinguins


pra mim o documentario mais fofo da historia, lindo demais!!!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

30 Days Film Challenge

Seu filme de desenho animado favorito: Aladdin


Trilha magnifica, personagens cativantes e um mundo de sonhos que descobri na primeira vez que fui ao cinema, aos quatro anos, ver Aladdin:D

terça-feira, 2 de agosto de 2011

30 Days Film Challenge

Dia 22 - Seu suspense favorito: Não tem o que dizer gente, é O silencio dos inocentes né?


Por que? Porque Dr. Hannibal Lecter é lenda!!! Anthony Hopkins rules:D

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

30 Days Film Challenge

Dia 21 - Seu filme favorito ficção científica: Metropolis


porque esse filme é MARA:D