
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Agora nos Cinemas: O Pulp Fiction do século XXI- Kick Ass

terça-feira, 29 de junho de 2010
Especial: Help pra vivi!

sábado, 26 de junho de 2010
Agora nos Cinemas: No fundo do coração em "O brilho de uma paixão"

terça-feira, 22 de junho de 2010
Agora nos Cinemas: Toy Story 3

quinta-feira, 17 de junho de 2010
Agora nos cinemas: A Jovem Rainha Victoria e O Principe da Persia
Então gente, eu sei que faz milhares de séculos que prometi a resenha do principe da persia pra vcs mas com os preparativos da apresentação da minha monografia e trabalhos da facul à mil eu só pude postar hoje a resenha...mas aproveitando eu não posso deixar de passar a oportunidade de fazer o texto do filme que estréia amanhã e que mora no fundo da minha alma e que eu falarei até o fim que foi o melhor longa de 2009- A Jovem Rainha Victoria FINALMENTE estreia no Brasil (pelo menos tá estreando nos cinemas, não foi como com Brideshead Revisited que eles lançaram direto em dvd:O) De qualquer modo, o longa que conta os primeiros anos de reinado da rainha é maravilhoso e tem a grande atuação feminina do ano passado, onde Emily Blunt esbanja poder e naturalidade.Dirigido por Jean Marc Vallée (do ótimo C.R.A.ZY) e com roteiro do sempre necessário Julian Felowes (vencedor do Oscar de melhor Roteiro Adaptado em 2002 pelo magnifico Assassinato em Gosford Park), o longa é uma produção do titio que amamos Martin Scorcese, e foi um daqueles longas que iam estreiar no final de um ano (no caso 2008), mas acabaram sendo jogados pra outro ano...no final das contas, o filme provou que é bom e conseguiu ao menos chegar nas categorias técnicas do Oscar, embora Blunt tenha sido indicada à vários premios de melhor atriz no ano passado, incluindo o BFCA e o Globo de Ouro. Mas o filme em si tem um elencão- Blunt como Victória, Rupert Friend como príncipe Albert (outro digno de Oscar, sua atuação é fantástica), Paul Bethanny como Lord Melbourne, Miranda Richardson como a Duquesa de Kent, mãe de Victoria, Jim Broadbent em uma pontinha como o rei William, Thomas Kretschmann como rei Leopoldo e claro, o vilão mais carismático do cinema atual- Mark Strong, como Sir John Conroy, que atormenta a vida da então princesa com o intuito de faze-la assinar o ato de regencia de por a mãe da jovem no poder do país (e subssequentemente ele).
O filme mostra a imaturidade da rainha mais importante da história da Inglaterra e sua mudança de comportamento ao longo do seu relacionamento apaixonado com Albert- mas não pense que o longa é um daqueles filmes melados e sem vida. Muito pelo contrário, em um jogo de poder onde Victoria e Albert tem que saber jogar para continuarem juntos, terceiros (como Lord Melbourne, primeiro ministro e o Rei Leopoldo da Belgica) acabam se intrometendo entre os dois até ambos conseguirem seu lugar lado a lado no mundo. Talvez seja esta caracteristica do longa que mais me encantou- ele é romantico mas não deixa de ser um filme com força, determinação e ótimos diálogos onde Blunt enfrenta de cabeça erguida as cenas de embate com Richardson e Strong.
A parte técnica do filme também merece aplausos. A trilha sonora de Ilan Eskheri é fantástica e romantica assim como a canção tema do longa- "Only You" interpretada por Shinead O´Connor. A direção de arte também é primorosa, cheia de cuidados nas mãos da dupla Patrice Vermette e Maggie Gray (indicados ao Oscar pela direção de arte este ano por este filme). A maquiagem, de Jenny Shircore e John Henry Gordon também é cheia de cuidados (também indicados ao Oscar pelo longa) e a fotografia de Hagen Bogdanski é belissima. Mas são os figurinos de Sandy Powell, vencedores do Academy Awards deste ano é quem brilham. Sandy consegue não só compor os melhores figurinos de sua vida como também fazer com que as roupas do filme conseguissem se tornar parte da personalidade dos respectivos personagens. O maior destaque é a personagem principal, que, inicialmente usa roupas em tons opacos devido a sua condição dependente e, ao tornar-se rainha começa a utilizar tons fortes, depois em um determinado momento do longa seus vestidos são opacos novamente onde ao final ela utiliza tons escuros mas vivos.
Enfim, o filme é poético, belo, inteligente, certeiro, com grandes atuações e é um grande filme de época. Simplesmente um dos melhores longas que já vi, e merece ser conferido!
Nota: 10,0
Agora finalmente a resenha sobre "O principe da Persia- as areia do tempo"! Gente o filme é bem legal, claro não é um cinema cabeça nem arte mas é um bom entretenimento e tem o colírio Jake Gylenhaal sem camisa e com tanquinho:DDDDDDDDDDBaseado em um jogo de games de MUITO sucesso, o filme foi o pivô da confusão que ocorreu há dois anos atrás na Disney, onde a mesma largou a franquia de Narnia pra iniciar a franquia do Principe da Persia (O que eu não sei se foi lá uma boa idéia embora o longa já tenha arrecadado mundialmente 265 milhões de dólares). Enfim, o filme é mais ou menos uma história de filho pródigo misturado com Moisés onde inicialmente Dastan é uma criança de rua que, por um ato heróico é adotado pelo rei da Persia. Rebelde, ele é parceiro do irmão e futuro rei Tus (Richard Coyle) e desperta a inveja do irmão Garsiv (Toby Kebbell). Ao ser acusado de matar o proprio pai, Dastan tem que fugir e provar sua inocencia. Ele é ajudado por Tamina (a sempre ótima Gemma Arterton) que havia sido capturada quando sua cidade fora invadida por Dastan e seus irmãos. Descobre-se então o poder a adaga que tem em si as areias do tempo, podendo retroceder e prever o que irá acontecer.
E aí o filme segue a linha mais ou menos à lá "A múmia" onde também fazem parte do elenco Alfred Molina (que está engraçadissimo no longa) e Ben Kingsley (como vilão). E tem a Gemma Arterton, ótima, linda, e divertidissima, fazendo um par pra lá de bacana com o Jake (amorrrrrrrrr) que está muito bom também. Li em alguns locais que o pessoal tá reclamando do casal que briga mas se ama mas eu adorooooooo:P
Mas gostei muito foi da parte técnica, onde temos figurinos lindos de Penny Rose e Harry Gregson Williams nos entrega uma boa trilha...não posso esquecer também dos efeitos do filme, muito bons e da direção de arte que é na verdade toda artificial pois o filme quase todo foi rodado com aquele fundo verde que a gente já conhece bem rsrsrs.
Enfim, direção bem normal de Mike Newel, mas o longa vale pelos atores, pela diversão e pela ação.
Nota: 7,5
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Especial: Glee - Primeira Temporada

Começar este post com uma possível apresentação da série Glee não se faz necessário. É um dos maiores sucessos da televisão americana, e os leitores do Cinefilando pode não ser unânime em relação ao seriado, mas certamente sabem do que se trata. Pulando as partes das contextualizações, e finalmente terminada a primeira temporada, o nosso blog resolveu fazer um especial sobre a série, comentando seus altos e baixos.
Infelizmente, contrariando diversos fãs da série (e acreditem, eu tenho dificuldades em assumir, mas vou tomar como meu guilty pleasure: eu também sou um), Glee não é uma série homogênea – pelo menos de acordo com o que vimos em sua primeira temporada.
Eu acho fascinante como os musicais encontraram no público jovem um alvo. No cinema, além da versão do chatíssimo High School Musical, o filme Hairspray foi o primeiro a sacar o potencial deste público. Na Broadway, alguns musicais com apelo maior aos jovens também encontraram uma maneira de mostrar que a qualidade neste contexto é possível, como a peça Hairspray, Spring Awakening, In the Heights e um mais ‘antigo’, Rent!. E eis que o Disney Channel, em um apelo mais infantil, apostou em alguns seriados como High School Musical e Hannah Montana, encontrando facilmente um público. No entanto, estes dois seriados encontram-se muito mais contextualizado aos americanos, com uma rotina escolar muito típica, com um hábito musical em escolas bem grande, e com algumas coisas absurdamente distantes de nós como o hábito de corais, competições musicais e cheerleaders em suas escolas.
E, então, Glee.
O que diferencia Glee dos outros seriados citados é apostar com honestidade no lado problemático da adolescência – e não no mundinho faz de conta. Chega com temas não tão leves, como gravidez, racismo, homossexualidade, xenofobia, e escala um time de fracassados, cada um com seu estereótipo. Entra aqui uma característica marcante do diretor e roteirista Ryan Murphy: relevar o que há de mais grosseiro e desagradável nas relações humanas. E então um grupo de pessoas que não estão ao certo sequer se se gostam ou não, encontra nesta diversidade um acolhimento.
Junto com isso, o trabalho musical de Glee é extremamente competente e agradável. Apostar em um seriado um tanto mais maduro e musical ao mesmo tempo não é uma tarefa fácil de se bancar, por mais que pareça. Os números musicais, em sua maioria, aparecem contextualizados em cenas de ensaio e apresentação do coral, no entanto, diversas cenas trazem um número musical como explosão de um sentimento do personagem, perdendo seu caráter de show e caindo em um número musical genuíno. A escolha das músicas se dá de maneira soberba, não apenas na mistura de gêneros, mas especialmente fazendo das músicas excelentes alegorias para o sentido da série e dos personagens. Basta ver como uma música tão pop e reconhecível como Poker Face ganha um sentido completamente diferente. Glee é inteligente ao, em sua miscelânea, compreender o elo que temos com determinadas músicas: elas encontram um sentido muito maior quando se encontram, de alguma maneira, com nossas experiências. Glee mostra que a vida tem trilha sonora.
Outra parte interessante são as homenagens e referências. Inicialmente, podemos citar algumas pessoas. Madonna, Lady Gaga e Olivia Newton-John. Alguns participantes da série também não deixam de ser uma clara homenagem a Broadway, como o convite a Jonathan Groff para participar da segunda parte da primeira temporada (ele era par de Lea Michele – a Rachel do elenco fixo – no musical Spring Awakening), e as participações de Kristen Chenoweth e Idina Menzel (inimigas, mas que juntas eram protagonista do elenco original de Wicked, um musical de grande sucesso ainda em cartaz, com outras atrizes). Além disso, trazer músicas – de maior ou menor fama – de musicais clássicos é interessante, pois passa para uma nova geração – ainda mais a estrangeira – a chance de ter contato com algo que eles não teriam. Nisso, já vimos versões de Defying Gravity (Wicked), Mr. Cellophane (Chicago), And I’m Telling You (Dreamgirls), Maybe This Time (Cabaret), Don’t Rain on my Parade (Funny Girl), Somewhere Over the Rainbow (O Mágico de Oz), entre outras.
Mas nem tudo é elogio.
O elenco de Glee é irregular. Por um lado, o elenco feminino dá show, inclusive as jovens, sendo encabeçado por Lea Michelle, Jane Lynch, Dianna Agron, Jassalyn Gilsig (mal aproveitada) e Jayma Mays. Por outro lado, o elenco masculino é um tanto perdido. Só consigo destacar Chris Colfer e Kevin McHaley; o restante se divide em evidência entre aqueles que sabem cantar, aqueles que sabem dançar e aqueles que atuam. Calhou do protagonista adolescente da série, Cory Monteith, não saber nem atuar, nem dançar e cantar de maneira muito limitada. Matthew Morrison, como o professor Will (principal ‘adulto’ do seriado) também se destaca apenas enquanto cantor.
O texto é outro ponto delicado, e aqui surge algo muito característico de Ryan Murphy. Enquanto o mote principal da série é ousado e interessante, os episódios não são regulares. Há alguns marcantes e de texto realmente inspirado (especialmente o season finale Journey), assim como há alguns completamente avulsos e desinteressantes. Ryan Murphy sofre um tanto com a perda de foco e de linearidade, a sua série de maior sucesso até então, Nip/Tuck, padeceu muito com isso: cada personagem era um outro, completamente diferente, se comparado à temporada ou até mesmo à alguns episódios anteriores. Em Glee isso já aconteceu algumas vezes; alguns episódios são completamente sem trama (destaco o famigerado The Power of Madonna, que por homenagear a diva pop foi sua maior audiência), enquanto em diversos outros os personagens simplesmente agem de maneira incoerente com aquilo que são. O uso excessivo de estereótipos para os personagens também não cai bem algumas vezes, e dos dramas individuais, creio que apenas Finn, Artie e Kurt seguiram com suas subtramas de maneira interessante. O resto é um tanto distante e inconstante demais.
Apesar de gostar muito de Idina Menzel, o rumo que seu personagem toma também demonstra um tanto do que disse anteriormente. A reviravolta que envolve seu personagem foi completamente absurda, injustificável e sem sentido... Dispensável mesmo. Aliás, todas as tramas dos professores precisam ser repensadas. Começou bem com a crise do casamento de Will e Terri, o TOC de Jemma e a vilania de Sue. Mas as tramas amorosas que se seguiram não são nada interessantes, Terri e Jemma ficaram completamente deslocadas no final da primeira temporada e Sue, apesar de bem caricata, é a única que seguiu em um nível interessante.
Quando eu já tinha me conformado com o texto da série, e entendido que ele nunca seria surpreendente, somos presenteados com o final da temporada, especialmente o episódio 20 (Theatricality) e 22 (Journey), com textos sensacionais e extremamente tocantes.
O Globo de Ouro de melhor comédia para Glee pode não ter sido completamente justo, mas levava em consideração a ousadia, inovação e aceitação da série. Não pode ser considerado um prêmio errado. Já o SAG de melhor elenco foi absurdo, especialmente quando concorria com Modern Family. Mas os fãs podem torcer, pois Glee é presença certa nas próximas premiações, inclusive o Emmy. E tanto Lea Michele quanto Jane Lynch merecem ser lembradas.
Em minha última análise, assumo Glee – pelo menos nesta sua primeira temporada – como meu guilty pleasure mesmo. É muito fácil de localizar os momentos mais piegas e burocráticos de sua trama. No entanto, a honestidade da sinopse, a ousadia da estrutura e a delícia de sua trilha sonora (apreciada por diversos não-fãs da série, que acabam gostando das ‘versões alternativas’) me deixam vidrado diante da tela. A identificação com algumas situações ou personagens também não é difícil. Honestamente? Apesar de ser uma delícia, a adolescência de todo mundo é ou foi problemática em algum momento.
Melhores episódios: Pilot (01), Preggers (04), Sectionals (13), Hell-O (14), Laryngitis (18) Theatricality (20) e Journey (22, season finale).
Piores episódios: The Rhodes Not Taken (05), Ballad (10), The Power of Madonna (15), Home (16) e Bad Reputation (17).
Nota geral do seriado: 7,0.
domingo, 13 de junho de 2010
E aí, como foi o findi?


Já hoje, fomos pra Tubarão porque meu primo Dani está de aniversário e aproveitamos pra ver a Formula 1 e o jogo da Australia x Alemanha. Sobre F-1 sem comentários, o Hamilton, que como diz meu padrinho Denis é o nome chique de AMILTON rsrs, venceu e ultrapassou o lindo, ops, ótimo Webber no campeonato (sendo que este caiu pra terceira colocação, já que o Jenson Chris Martin Button está em segundo). Ok Amiltão, mas tua felicidade não vai continuar mto não pq eu vou fazer uma MACUMBA ONLINE PRA VOCÊ!!!
Já sobre o jogo da Alemanha (o primeiro com goleada), devo falar do movimento CALA A BOCA GALVÃO. Os gringos coitados já pensaram de tudo desta frase- de movimento contra extinção de ave rara até canção da LADY GAGA. Gezuis! Que povo mais desinformado! É ´so por a frase no google, colocar um tradutor em inglês e pronto né meu povo??????? Anyway eu estava até com peninha do Galvão por causa disso mas depois das frases fora neste jogo começo à dar razão pro movimento- gente, ele disse que o tecnico da Austrália era a cara de um ator QUE TINHA FEITO MUITOS FILMES (?????????????????????), gente existem MILHARES de atores que fizeram muitos filmes...com a tentativa (frustrada) de ajudar, o Casagrande chutou- É O BELA LUGOSI?????????? E Galvão muito esperto disse- "No ponto Casagrande" rsrsrs...olha pessoalmente é capaz do Galvão NEM SABER quem é Bela Lugosi mas enfim...
Lugosi e Pim Verbeek tecnico da Austrália- PRATICAMENTE IRMÃOS GÊMEOS:P
Por fim, agora para as cinéfilas Luluzinhas não posso deixar de destacar que, se vocês moram no sul do Brasil ou curtem comprar maquiagem pela internet, comprem, sem ter medo de serem felizes as maquiagens da rede de farmácias Panvel- as makes são boas, bonitas e baratas, e não devem em NADA à outras marcas Brasileiras como Natura e mãe de todos Boticário, vulgo BOTICA pra mim:P
Além disso, tem a coleção linda de esmaltes da Risqué "Penélope Charmosa" em 8 cores MARA pra deixar suas mãozinhas rosas e delicadas \o/ São 8 cores: Momento Penelope, Penelope Charmosa, Apuro Violeta, Renda Charmosa, Atitude Pink, Charminho Lilás, Pink Vigarista (o meu favorito) e Armadilha Rosa (que é o meu esmalte da semana)...pq vcs tão pensando o que? Nós meninas cinéfilas tbm amamos maquiagens né girls?
Coleção Penelope Charmosa Risqué
Meu esmalte da semana- Armadilha Rosa
Então gente, espero que vocês tenham gostado de compartilhar um pouquinho do meu momento:D Mil bjokinhas à todos, vivi:DDDDDDDDDDDDDD
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Cinenews: MTV Movie Awards

