sábado, 29 de maio de 2010

Agora nos Cinemas: Sex and the City 2


É curioso ver como um dos seriados mais queridos no final dos anos 90 e começo dos anos 2000 acabou virando uma franquia de filmes prolixos e vazios, definitivamente aquém dos textos que, ainda na mesma temática, diversas vezes surpreendiam por sua qualidade. Para piorar, Sex and the City 2 já não tem mais o apelo nostálgico de se encarar qualquer coisa para ver aquelas quatro mulheres juntas de novo. Não é o caso, pois o primeiro filme não deixou os fãs com esse gostinho de quero mais na boca.

Dois anos depois, e seguimos vendo os rumos que as vidas de Carrie, Miranda, Samantha e Charlotte tomaram, e o mote do filme é muito simples: uma hora, bem ou mal, cansamos de ser quem estávamos acostumados a ser e precisamos fugir. Em uma fuga provida pelo emprego de Samantha, as quatro garotas vão para Abu Dhabi, em um paradisíaco hotel, para ficarem uma semana, e é aí que a história se desenrola.

Para os fãs da série, o filme não deixa de ter suas surpresas agradáveis. As leves mudanças nas posições de todas elas caíram bem, nos remetendo a episódios nos quais as personagens jogavam tudo para cima e mudavam de postura. De longe, a melhor parte do texto e o melhor trabalho de atuação ficam mesmo com Miranda e Cynthia Nixon, nos momentos mais naturais e preciosos do filme. Além dessas mudanças, os personagens secundários serem assumidos como completamente secundários (leia-se quase todo o elenco masculino, excetuando-se claro Chris Noth) foca o filme naquilo que merece ser focado. E, claro, os figurinos continuam exuberantes e nos divertindo imensamente.

As qualidades páram por aí. A mudança de Nova Iorque para Abu Dhabi não é nada sutil ou agradável, uma vez que a cidade era um personagem orgânico no seriado. Entendo eles fugirem do óbvio, mas definitivamente não souberam trabalhar o tema - criando ainda momentos de vexame puro com tamanho desrespeito à cultura muçulmana, ainda que tentassem insistentemente explicar as diferenças entre ocidente e oriente. Além disso, o roteiro é prolixo, arrastado, com incontáveis partes ilógicas que jamais deveriam ter existido. As cenas exageradas, apesar de também condizerem com a idéia geral do que era a série, são vexatórias (e lista-se aqui quase metade da projeção, incluindo o horroroso casamento do início - apesar de um apoio claro ao casamento gay ser algo positivo) e, por fim, é inevitável reclamar do excesso de participações especiais que não tomam rumo algum. Qual o sentido em se lutar tanto para ter Liza Minelli e Penélope Cruz no filme se elas não serão nada além de breves participações para se dizer que ambas participaram da filmagem. Adoro Liza, mas vê-la cantar e dançar Single Ladies me deu uma sensação de vergonha alheia.

Também é curioso notar que um seriado que tratou de maneira delicada os eventos do 11/09 - reduzindo drasticamente sua quinta temporada - seja tão leviano e artificial na tentativa de abordar a crise financeira americana. Há reclamações para que, no final do filme, elas se transformem em um elogio no estilo "melhor aquela loucura do que esta loucura". O filme que também tentou mostrar algum respeito pelos muçulmanos manda tudo pelos ares em seu desfecho.

Respeito. Esta é a palavra de ordem sobre o que se faltou na seqüência do filme. Não, não o respeito aos fãs, mas respeito à própria série e às personagens. Aquilo que nos fascinou, ao longo de seis temporadas, transforma-se em algo desinteressante, chato e dispensável. É uma pena. Honestamente? Fiquem com a série, e evitem o filme.

Nota: 4,5

terça-feira, 25 de maio de 2010

Especial: Resultado promo Quincas Berro D´agua

Gente finalmente vou postar aqui o resultado da promo Quincas Berro D´Agua...o procedimento é o mesmo do outro sorteio mas estou há meia hora tentando postar as fotos do sorteio e não consigo, dá sempre erro:( Então digo a vcs que foi tudo muito digno e os vencedores forammmmmmmmmmmmmm:

KIT SIMPLES: William Rezende
KIT COMPLETO: Nina

Parabéns aos vencedores e espero poder fazer mais sorteios por aqui...vou ver com o meu chefinho da Scoretrack, o lindo maravilhoso e queridissimo Jorge Saldanha se ele não cede uma trilha sonora por aqui...senão eu cedo alguma ok?:D

Gente, posto aqui tbm um podcast o qual eu participei com cenas da minha vida- escolhi a "Elephant Love Medley" do Moulin Rouge...eu sei que Amelie é meu filme favorito, mas esta cena de Moulin Rouge realmente me marcou...aqui tá o link:
http://www.4shared.com/audio/C0XAgrAn/podcesp4.html

por fim quero desejar a todos uma ótima semana e logo logo vai ter post sobre o Principe da Persia (hmmmmmmmmmmmmm:D)
mil bjokas,
vivi

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Agora nos Cinemas: "Robin Hood" e segunda parte da promoção Quincas Berro D´Agua

Gente eu preparei um podcast sobre "Robin Hood"....amei o filme, achei o longa de alto nível, e ao contrario de muitos que não gostaram adorei o ritmo e achei ele tão mega ultra legal que eu fiz um podcast:DDDDD Ah, assistam o filme comendo Pringles com confeito e tomando coca-cola, é muito bom:DDD
Pra ouvir é só clicar aqui:


Mas mudando de saco para mala, a promoção do filme "Quincas Berro D´Agua" continua! É isso mesmo pessoal! Só que agora serão 2 kits hiper legais que serão sorteados por aqui!!! Onde um é o kit completo (um par de ingressos, uma camiseta, um descanso para copos, e o livro que deu origem ao filme), e o kit simples (que contém: um par de ingressos e dois descansos para copos). Pra participar é hiper simples, basta responder nos comments a seguinte pergunta: "De qual autor brasileiro é o livro que deu origem ao longa Quincas Berro D´Agua?" Juntamente com o nome e o e-mail...aqueles que acertarem participarão do sorteio que será feito dia 24/05 e no mesmo dia serão divulgados os vencedores:D Então não percam esta promoção:D Se você já não conhece o filme, não pode perder...veja aqui o trailer:

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Em teatro especial: In On It


Sabe aqueles poucos momentos da sua vida que você não sabe explicar? Pois é. Já não se trata de ser a melhor peça do ano ou não (mas pelo jeito não tem como não ser). Aconteceu aquelas raras sensações de ser tocado de maneira absoluta, e de sentir que talvez isso nunca se repita com outro texto. Na verdade, é mesmo a sensação de não ter clara noção do que se passa. In On It, até eu ter um pouco mais de clareza sobre meus sentimentos, provavelmente se transformou na peça teatral mais marcante, visceral e bela que eu já vi.

Falando em texto, jamais vi algo tão brilhante escrito para o teatro. Não é apenas uma trama bela ou triste, simplesmente não tem como explicar. São três situações diferentes (uma peça de teatro sendo ensaiada, divagações dos dois atores - um deles autor da peça - sobre o que é encenado e uma crise conjugal entre ambos, que são um casal) que são absurdamente ligadas em cada detalhe. Não há um ponto ou outro em que as coisas se encontram e mostram-se misturadas. É a estranha sensação de se ver inúmeras histórias vendo apenas uma, ver dois atores fazendo diversos personagens que, na realidade, não passam de apenas um ou dois. Quando ouvia falar sobre In On It os comentários giravam em torno de "Inexplicável!" "Impressionante!" "Difícil de traduzir em palavras." "Ela se propõe a algo que cada um entende como lhe convém". Pois bem, concordo. É o que tenta passar vaga idéia do que vemos.

É uma peça que, por incrível que pareça, andava em falta: um excelente texto sustentado por atuações soberbas e cenografia simples que serve como complementar, e não como algo em si. Ainda que existam mais exemplos assim, In On It faz isso de uma maneira que eu jamais vi antes: ela é uma peça desconstruída, pede para o espectador invadi-la e fazer com ela o que bem entender. E nisso ela se transforma no que poderia haver de mais invasivo. O canadense Daniel MacIvor cria um texto incriável, por mais que esta palavra não exista. Enrique Diaz dirige a peça da maneira que mais parece coerente: sem excessos, nada pode desviar a atenção daquele texto e das brilhantes atuações de Emílio de Mello e Fernando Eiras (esqueçam de perguntar quem se sai melhor, não há como definir).

Eu estava com vergonha do Louis, quem me convidou indiretamente para vê-la, e escondi que queria me manter chorando desde a sublime cena na qual eles refletem um acidente de carro. Segurei a onda e deixei tudo cair de novo no impressionante final. Fiquei tentando me distrair quando saí do teatro, tentando reduzir a peça em coisas óbvias como texto e atuação. Cheguei em casa e desmoronei.

Fiquei horas pensando sem saber o que me tocara. Não era só a belíssima trama principal. Não era só aquilo que me identifiquei com a peça. De alguma maneira estranha era desconforto, pois parte do que me provocou imensamente da proposta da peça é algo que podemos pensar em nossa vida e nosso cotidiano: pegue o que já existe, o que é ou foi fato, o que é imutável, e faça com isso o que bem entender. Quem disse que é fixo? Viaje em seus tempos e sua realidade, não enquanto memória, mas enquanto construção. Mas é possível?

Estou com essa sensação de mal estar até agora. Um dos sentimentos mais complexos e belos que algo vindo da arte já me proporcionou. Sem falar em momentos poéticos puros, passagens e passagens. Como aquilo me fez querer dizer tantas coisas. Mas não cabe aqui entrar neste assunto.

E, pra terminar, uma frase de assombroso poder que vai me torturar até algum dia eu entender o que ela pode significar pra mim. Aliás, já assombrou a tentativa de entender o que ela pode significar para aquela trama. "Algumas coisas terminam, outras simplesmente param."

In On It se transforma, assim, em uma experiência ativa, que nós fazemos. Esquisitíssimo. O canadense MacIvor só pode ser louco, surreal, esquizofrênico provavelmente. É isso que seu texto é. E isso lhe dá uma beleza inatingível.




In On It
Teatro Teatro Eva Herz, Livraria Cultura - Conjunto Nacional
De sexta à domingo, até 27 de Junho
www.inonit.wordpress.com

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Agora nos Cinemas: Tudo Pode Dar Certo


Sem querer começar com reclamações, mas foi uma perda o sentido de qualquer coisa que sirva ter se transformado em tudo pode dar certo não apenas no título nacional do projeto mas em quase todas as legendas quando a expressão era utilizada no filme. Alguns filmes, comédias românticas bem construídas, costumam nos passar a sensação de querer se apaixonar no instante em que sair da sala. Pois bem, somando o delicioso roteiro de Woody Allen com parte da minha vida pessoal, eu saí do cinema com um sorriso de orelha a orelha com alegria de talvez encarar o "o que servir" em qualquer aspecto da minha vida.

Allen, que já deveria aparecer como sinônimo de paranóia no dicionário, surge de volta aquilo que faz de melhor: comédias desesperadas por dilacerar as ilusões humanas relacionadas a qualquer aspecto de nossas relações pessoais. Mas aqui o autor volta às antigas, sem grandes inovações como no excelente Vicky Cristina Barcelona. É bem visível que o roteiro estava escrito há mais de 30 anos. Boris Yellnikoff é um senhor, judeu, físico, quase indicado ao Nobel, divorciado que mora em uma espelunca qualquer por Nova Iorque. Com comentários sempre ácidos, sarcásticos e cruéis sobre tudo que o cerca, ele vê sua vida completamente transformada quando Melody Celestine (!) surge lhe pedindo comida e abrigo. Todos os conflitos são estabelecidos em minutos, com a obviedade visual e textual que convém: ele gênio, ela estúpida; ele velho, ela jovem; ele hipocondríaco e ela em shows de rock. Mas a aposta inesperada do autor vai em apostar na semelhança óbvia que une todos os seres humanos: estamos no mesmo barco, independente de como entendemos a viagem.

É a partir desta premissa que a relação entre os dois e os demais personagens secundários vai se estabelecendo. Inclusive, o filme aborda diferentes personagens e conflitos de maneira nunca menos deliciosa. Seguindo, claro, a premissa o que der certo todo o tempo, independente de ser citada diretamente ou não. E assim, relações absurdas se fincam de maneira natural e quase esperada - por pior choque de mentalidades que elas estabeleçam. É um flerte com o absurdo que transforma-se em uma honestidade perdida em nosso mundo atual.

O filme é uma delícia toda vez que Evan Rachel Wood e Patrícia Clarkson estão em cena. Infelizmente, Larry David exagera um pouco a mão no tratamento de seu personagem. Enquanto diretor, Woody tem sua assinatura visível e basicamente intransponível: a aposta no texto/atuação, visual básico, agilidade, e na trilha sonora usada com inteligência (veja como nas cenas do início a ópera é utilizada como um indício da prepotência e esquizofrenia de Boris: aquela música é a que ele está usando para sua própria cena).

O que marca, no final das contas, é algo não muito habitual para o autor/diretor: certo otimismo, apesar de tudo. Algo como se a conformidade pudesse, no final das contas, ser a iniciadora de uma felicidade, que ainda passageira, traz paz à existência. O filme é, o tempo todo, conformista e extremamente honesto em relação a isso. Honestamente, há tempos não vejo um tema tão bem trabalhado em um texto como aqui. O que quer que funcione, encare. Compreenda. Viva. Em tempos de ambições e frustrações, isso é uma lição considerável. Vinda daquele que deve ser um dos seres mais pessimistas do mundo.

8,0

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Agora nos Cinemas: "Querido John"

Devo afirmar novamente que gosto muito de Lasse Hallstrom...e seu filme anterior, "Sempre ao Seu Lado" foi uma grande e grata surpresa para mim...em "Querido John" ele tem a difícil função de dirigir um filme com uma história de Nicholas Sparks (que todo mundo sabe que de verdadeiramente bom só escreveu "O caderno de Noah" onde foi feito o melhor filme de todas as suas adaptações- "O diário de uma paixão"), que é um escritor extremamente adocicado e cheio de clichês do coração humano que no final das contas todo mundo gosta (inclusive eu hehehe). O romance, "Querido John", conta a história de amor entre o John do título (Channing Tattum, um challlllme como sempre:P) e Savannah (ai que nome brega senhor!), interpretada pela sempre muito boa Amanda Seyfried.
E é assim, os dois se conhecem no verão, Savannah rica e promissora, John introspectivo, meio agressivo e misterioso, ela simpática e com uma familia bem estruturada, ele com difícil relacionamento com o pai (interpretado magnificamente por Richard Jenkins). Savannah é estudante, John é soldado, e por causa dos atentados de 11 de Setembro decide continuar e participar de missões. O único jeito que encontram para conseguirem manter contato, é de trocarem cartas (e daí vem o título do filme), mas a distancia e circunstâncias na vida dos dois irão dificultar a relação.
O filme é bom, mas nem chega perto do ultimo de Lasse, muito mais emocionante e tocante. Channing Tatum e Amanda Seyfried cumprem seus papéis, mas quem rouba a cena é mesmo Richard Jenkins (seu personagem tem um segredo que é revelado durante a trama) em um personagem dificil e introspectivo. Outro destaque do filme é a belíssima fotografia de Terry Stacey, que valoriza a luz em cena criando um belíssimo contexto. A canção original do filme, "Little House" escrita e cantada por Amanda, é outro ponto alto, sendo sensível e melancólica. Agora o roteiro, de Jamie Linden, é fraco...o final mesmo, extremamente ambíguo e fraco, dá impressão de que não houve orçamento o suficiente para eles terminarem o longa, nos deixando com uma sensação de não saber realmente o que houve. É uma pena, pois a trajetória do filme em si é boa.
De qualquer modo, o filme vai agradar os fãs do gênero, e até mesmo aqueles que não gostam muito por ele refletir a sua visão da guerra (mais um filme destacando a guerra)...lembrando que o longa tirou o primeiro lugar de Avatar nos Estados Unidos, ele tem sim seus méritos, mas deveria ter tido um final melhor.

Nota: 7,0

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Dois aninhos!



E então é uma data comemorativa!!! Neste dia 06 de Maio de 2010, o nosso queridíssimo Cinefilando completa dois anos de uma árdua e divertida vida!

Na nossa postagem de aniversário de um ano, ( http://cinefilando.blogspot.com/2009/05/e-pique-cinefilando-completa-seu.html ), optamos por revelar os números do blog, o que é divertido mas extremamente repetitivo de se fazer agora.

Pensei muito em como comemorar o aniversário do blog, mas não cheguei a conclusão alguma. Isso revela um pouco de nossa fase pessoal. O blog, que já contou com a participação do Louis, Gustavo, Arthur e Kauê hoje é bravamente mantido por Vivi e eu. E verdade seja dita, temos nossa vida pessoal. E verdade seja dita de novo, também perdemos o controle de vez em quando. Seja como for, o Cinefilando é um lugar que cedo ou tarde nos chama de volta.

Este ano inauguramos os Podcasts da Vivi e a farra do CinefilandoLive!, cobrindo as premiações mais importantes. Como foi notável, o Oscar ficou de fora. Nem Vivi nem eu tínhamos a disponibilidade naquele momento. Comemoramos a 287ª postagem no nosso primeiro aniversário, desejando que a 574ª chegasse logo. Chegamos, no entanto, a 372ª. Ainda assim não é pouco!

Em alguns momentos precisamos privilegiar a qualidade e não a quantidade. E vários foram os momentos que não pudemos garantir perfeitamente isso, e então ficamos um tempo fora. Como todos imaginam, há limites pessoais em jogo.

Mas fico extremamente feliz que o blog jamais deixou de existir. E devo agradecer especialmente ao árduo esforço da Vivi, que em tempos turbulentos conseguiu chamar atenção até para promoções de distribuidoras. É um sinal avisando que mesmo se tratando de um hobby, nosso blog merece o respeito que ganha. Como eu sou grato à Vivi pela sua companhia este tempo!

E como sou grato aos nossos leitores que também nunca nos abandonaram. Inclusive, mandaram muito bem com a escolha do tema para os 2 anos: uma boa animação realmente combina com nossas festividades!

Esse é meu voto para o Cinefilando: mais um ano de críticas, comentários, novidades e bons filmes, claro! Não gostamos de detonar nosso lindo Cinema. Mas nos divertimos com isso, quando se faz por merecer.

E, para comemorarmos, escolhemos nossos três momentos/críticas favoritos que aconteceram neste último ano. Eles foram:

Vivi
- Podcast especial Globo de Ouro

- Entrevista com Tyler Bates e Rolf Kent

- Post especial sobre Alexandre Desplat



Tiago:

- Crítica do filme Mary e Max, com grandes chances de ser o melhor de 2010

- Estréia do CinefilandoLive!, no Globo de Ouro 2010

- Desabafo e devaneios sobre o (des)amor e o cinema



E claro, o recado de nossa queridíssima Vivi:

Um feliz aniversário para o cinefilando, para nós, para a vida e para o cinema, que continuemos a comentar e nos emocionar com esta arte que imita a vida e muitas vezes a recria.

Bjokas