
terça-feira, 27 de abril de 2010
Agora nos Cinemas: Alice no país das maravilhas

domingo, 25 de abril de 2010
Especial: Resultado Promoção Quincas Berro D´Água

Primeiro coloquei o nome dos candidatos (eram 8 ao total)...
Depois cortei os papéis (rsrsrs, óbvio ne, dã, mas confesso que postei essa só pra mostrar minhas unhas recem feitinhas rsrsrs)


Eduardo....
E Felipe:D
Eu fazendo o sorteio enquanto minha tia e minha mãe estavam vendo "when in rome" em dvd (comédia romantica ainda inédita no Brasil)...quinta-feira, 22 de abril de 2010
Especial: Promoção Quincas Berro D´Água

quarta-feira, 14 de abril de 2010
Agora em dvd: Finalmente no Brasil "Brideshead Revisited"

Pois bem, o filme se passa na década de 30, e conta as memórias de Charles Ryder (Mathew Goode) e seu envolvimento com a família Marchmain, principalmente com os irmãos Sebastian (Ben Whishaw, digno de Oscar) e Julia (Hayley Atwell) , Charles conhece Sebastian e logo ambos ficam amigos, embora Sebastian se apaixone perdidamente por Charles que acaba se envolvendo com Julia. Mas as coisas ficam complicadas quando Lady Marchmain (Emma Thompson, dando um show) a matriarca da família extremamente católica aparece tentando manipular a todos em seu redor. O filme antes de mais nada, é um grande questionador nos conflitos referentes à religião, pois Charles é ateu, e suas diferenças religiosas com a família Marchmain serão fundamentais para a conclusão da trama. Outro fator a ser observado é justamente por se tratar de uma família inglesa tradicional e católica, lembrando que na Inglaterra em sua maioria são protestantes. Mas não dá de acreditar como este filme, brilhantemente dirigido por Julian Jarrold foi totalmente esquecido pelo academia ano passado, principalmente por tratar-se de um longa rico em parte técnica e em atuações.
Mas de todo o elenco o melhor é de longe Ben Whishaw...ele que recentemente causou alvoroço por interpretar o poeta John Keats no cinema no filme “O brilho de uma paixão” de Jane Campion traz aqui toda a sensibilidade existente no personagem Sebastian, principalmente por tratar-se de um personagem famosíssimo na Inglaterra, interpretado na série por Anthony Andrews que levou diversos prêmios de melhor ator (incluindo o Globo de Ouro e o Bafta), e interpretou Sebastian de modo magistral, mas bem diferente da abordagem de Ben que foi por uma via mais sensível do personagem, principalmente quando se trata do conflito interior do mesmo pelo fato dele ser gay. Mathew Goode também não faz feio, trazendo uma abordagem bem parecida com a que Jeremy Irons fez na série. Já Emma Thompson atua tão bem quanto Claire Bloom, mas interpreta Lady Marchmain com mais dureza e maquiavelismo. Hayley Atwell também está muito bem como Julia Flyte, e Michael Gambon também marca presença como Lord Marchmain (na série o personagem foi interpretado por ninguém menos que Laurence Olivier, que venceu o emmy naquele ano por sua participação).
A parte técnica também é formidável...a fotografia semppre precisa de Jess Hall, lembra muito os trabalhos de Tony Pierce Roberts para “Vestígios do Dia” de James Ivory, e a trilha sonora de Adrian Johnston é sem sombra de duvidas a melhor do ano passado, sendo melancólica, clássica e poderosa. Vale lembrar que todo o contexto do filme lembra muito os filmes de James Ivory (principalmente por ter sua musa Emma Thompson no elenco), e o longa demonstra um classicismo de alto nível supremo.
Esta é uma película que merece ser vista e revista e que vai deixar uma sensação de melancolia em seu final...um daqueles longas que merecem serem apreciados em sua totalidade...pra quem gostar, recomendo também o livro e a serie, ambos também excelentes.
Nota: 10,0
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Como se fala um amor [ou o que (des)aprendemos com o cinema ou o maior problema do cinema]

Sais-tu ma belle que les amours
Les plus brillantes ternissent
Le sale soleil du jour le jour
Les soumet au suplice
J'ai une idée inattaquable
Pour éviter l'insupportable
Avant la haine, avant les coups
De sifflet ou de fouet
Avant la peine et le dégout
Brisons-là s'il te plait
Mais je t'embrasse et ça passe
Tu vois bien
On s'débarrasse pas de moi comme ça
Tu croyais pouvoir t'en sortir,
En me quittant sur l'air
Du grand amour qui doit mourir
Mais vois-tu je préfère
Les tempêtes de l'inéluctable
A ta petite idée minable
Avant la haine, avant les coups
De sifflet ou de fouet
Avant la peine et le dégout
Brisons-là dis-tu
Mais tu m'embrasses et ça passe
Je vois bien
On s'débarrasse pas de toi comme ça
Je pourrais t'éviter le pire
Mais le meilleur est à venir
Avant la haine, avant les coups
De sifflet ou de fouet
Avant la peine et le dégout
Brisons-là s'il te plait
Mais je t'embrasse et ça passe
Tu vois bien
Avant la haine, avant les coups
De sifflet ou de fouet
Avant la peine et le dégout
Brisons-là dis-tu
Mais tu m'embrasses et ça passe
Je vois bien
On s'débarrasse pas de toi comme ça
On s'débarrasse pas de toi comme ça
Assinado eu.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Cinema Musical: Entrevista com o compositor Tyler Bates

Viviana Ferreira – Quando você realmente percebeu que queria ser um compositor?
Tyler Bates – Eu voltei para a minha cidade natal Los Angeles em 1993, para escrever canções e produzir discos. No processo, fui convidado para compor a trilha sonora de um filme de baixo orçamento, e isso deu origem a 15 trilhas em 3 anos. Com a minha banda, Pet, assinei um contrato com a Atlantic Records, e a experiência de compor para o filme Sem Limite (The Last Time I Committed Suicide), para o diretor Stephen Kay, eram minhas metas a longo prazo como músico e compositor. Após fazer turnês por uns 2 anos, senti mais falta de compor e gravar diariamente do que de me apresentar ao vivo para as plateias do continente. Quando voltamos da nossa última turnê em 1997, decidi direcionar minha energia para a música de cinema, além de aprender tudo o que pudesse sobre a realização de filmes. Naquela altura não tinha mais volta para mim.
VF – Como foi o início de sua carreira como compositor de trilhas sonoras?
TB – O começo da minha carreira foi um pouco estressante devido à minha falta de experiência no ramo cinematográfico, e também por não conhecer a mim mesmo como um compositor de trilhas sonoras da maneira que eu me conhecia como um compositor de canções e músico. Demorei quinze filmes até fazer um trabalho respeitável que realmente representasse quem eu era como artista na época. Tive muitos altos e baixos ao longo do caminho, mas no geral, eu realmente amo o processo de colaboração com as grandes pessoas com quem tive a sorte de trabalhar ao longo dos anos. Eu me sinto como se ainda estivesse no início da minha carreira.
VF – Além do seu trabalho como compositor de cinema, como foi a experiência na banda chamada Pet, que você formou com a compositora Lisa Papineau?
TB – Houve muitas coisas boas sobre a experiência na Pet. Ela realmente me fez entender o que eu queria da música como um todo. Lisa Papineau e eu tivemos uma química intensa como parceiros criativos, que às vezes, foi realmente emocionante. Ambos crescemos muito a partir desse momento em nossas vidas. Lisa cantou no meu score para Watchmen, o que nos levou a recomeçar a escrever músicas juntos. Estamos muito perto de completar nosso primeiro novo trabalho em conjunto. É muito diferente da música que costumávamos tocar, e estamos agora muito mais em condições de apreciar nosso processo colaborativo de criação do que antes.
VF – Em 2004, você compôs a trilha sonora de Madrugada dos Mortos (Dawn of the Dead), atraindo a atenção de fãs (deste tipo de filme) e críticos. Desde então você está compondo trilhas mais para este tipo de filme. Qual é a sua inspiração para compor a trilha sonora de um filme de suspense / horror?
TB – A visão do diretor para o filme é o primeiro aspecto que me guia no desenvolvimento do conceito do score, especialmente em filmes de gênero. A qualidade textural do filme e a forma como várias cenas são enquadradas pela fotografia são fatores muito reveladores do estilo do diretor, o que geralmente é uma melhor informação do que discutir trilhas ou músicas específicas. Os atores em seus papéis também determinam uma abordagem, em certa medida. Por exemplo, no filme de Rob Zombie Rejeitados pelo Diabo (The Devil’s Rejects), a qualidade da imagem é granulada e muito dos tons azuis foram retirados, criando uma predominância dos tons de terra, o que me sugeriu que as músicas deviam refletir o ambiente quente e empoeirado das tomadas externas feitas de dia. Com isso, eu trabalhei com sons análógicos e distorcidos que foram criados no meu estúdio. O objetivo era tornar a música uma grande extensão do próprio filme, o quanto fosse possível. A natureza perversa dos personagens e dos seus diálogos abriu a porta para criar sons extremamente perturbadores no contexto de seu ambiente natural.
VF – Você trabalha com frequência com o diretor Zack Snyder… compondo a música para Madrugada dos Mortos, 300, Watchmen… o que você tem a dizer sobre a parceria nesses projetos?
TB – Eu não tenho palavras para dizer o quanto eu gosto de trabalhar com Zack e toda a equipe de pessoas que ele reuniu ao longo dos anos. Levamos nosso trabalho muito a sério, mesmo assim nos divertimos muito mesmo nas circunstâncias mais estressantes. Zack inclui uma cultura de arte e experimentação como parte do processo para dar vida a todos os seus filmes. Ele tende a ser muito aberto sobre a maneira como algo é colocado musicalmente, assim como no sound design. Somos fãs do trabalho um do outro, portanto há uma grande camaradagem entre nós. É ótimo trabalhar com o Zack!
VF - Falando sobre Watchmen, seu score para este filme é considerado por muitos como um dos melhores de 2009. Como você se sente por ter participado de um projeto tão importante?
TB – Fico lisonjeado quando o público ou os meus colegas apreciam meu trabalho. Embora, sinceramente, eu nunca fui motivado pela bajulação em qualquer nível. Meu primeiro objetivo é criar a melhor trilha sonora de que sou capaz, para cada projeto que faço. Claro, eu quero que o diretor e os produtores fiquem satisfeitos com ela. E, quando chegamos a esse ponto, fico feliz por alguns minutos, então analiso o meu trabalho e aprendo com meus erros e os momentos em que realmente funcionou bem, e levo isso para o meu próximo projeto. Estou muito grato pela oportunidade de trabalhar com ótimas pessoas. Eu acho que esse é o aspecto mais gratificante do meu trabalho.
VF – Você também compõe para a série Californication. Como é a experiência de trabalhar em uma série de TV?
TB - Californication é diferente da maioria dos programas de televisão. A música é um pouco crua e imprudente por vezes, no espírito do personagem principal, Hank Moody, interpretado por David Duchovny. Há também muitos momentos de emoção que são musicados no estilo de uma canção, ao contrário da trilha incidental tradicional, o que é realmente refrescante para fazer. Eu venho de uma experiência de estar em bandas, de escrever, produzir e gravar as canções, de modo que esta abordagem é uma segunda natureza para mim. Obviamente a série é muito popular e divertida, o que torna ainda melhor estar nela. A melhor parte de fazer a série é a oportunidade de trabalhar com o meu bom amigo, Tree Adams, e para Tom Kapinos, o criador do programa, que é simplesmente o melhor!
VF – Quem é o seu compositor favorito do cinema? E qual sua trilha sonora predileta?
TB - Devo dizer que Jerry Goldsmith e Bernard Herrmann são meus compositores favoritos. Adoro O Planeta dosd Macacos (Planet of The Apes) de Jerry Goldsmith, e também sua trilha para No Limite (The Edge). Tudo que Bernard Herrmann compôs foi inspirador para mim. As partituras de Don Ellis para os filmesOperação França (The French Connection) foram ótimas. Adoro a dissonância deliberada da orquestra. O efeito geral funcionou muito bem nas sequências de ação do filme.
VF – E para terminar, quais projetos de Tyler Bates serão lançados em 2010?
TB – A trilha sonora do videogame Army of Two: 40th Day, foi lançada em meados de janeiro. Ela foi muito bem recebida. A trilha do videogame Transformers Origins será lançada
bjokas a todos e bom findi,
vivi
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Agora nos Cinemas: Como treinar o seu dragão
