Porque o Duque Otto meu maltes de 2 aninhos tbm aprova um bom ossinho de cenoura hehehe:)quarta-feira, 31 de março de 2010
Especial: Pascoa eeeeeee:D
Porque o Duque Otto meu maltes de 2 aninhos tbm aprova um bom ossinho de cenoura hehehe:)domingo, 28 de março de 2010
Especial: Ana Bolena

Depois de ver o clássico "Ana dos mil dias" protagonizado por Richard Burton e Genevieve Bujold, e devido à minha paixão por essa figura histórica tão enigmática e polêmica que é Ana Bolena, decidi fazer um especial com as principais interpretações de Ana, através das diversas adaptações cinematográficas e televisivas que envolvem a personagem...como são muitas adaptações, escolhi as 5 principais...são elas:


segunda-feira, 22 de março de 2010
Cinema Musical: The Ghost Writer

Bastou o novo longa de Roman Polanski ser lançado no Festival de Berlim para o falatório mundial começar, e o longa já ser considerado um dos contenders de 2010. Com o filme, os atores e a parte técnica também ganharam destaque, e não é para menos. A trilha do filme por exemplo, do incansável Alexandre Desplat, é nada menos do que excelente. Lembrando o estilo de Bernard Herrmann, o francês mostra mais uma vez porque é o compositor mais requisitado atualmente.
O filme começa com um tema tenso- “The Ghost Writer” é uma faixa nervosa, originalíssima e muito interessante. Ela é seguida de “Rhinehart Publishing” que serve de ponte para os violinos de “Travel to the Island” uma faixa bem característica do compositor, que mistura cordas com oboés e um piano muito suave. Já “Lang’s Memoirs” é nostálgica e bela, onde o compasso andante da faixa fecha com legattos e pianos discretos ao fundo, que tocam mais suavemente o tema do filme. “Chase on the Ferry” é altiva tensa, perfeita no contexto de suspense no qual se encaixa. Aliás, tensão e perspicácia é a característica deste score, que mistura cordas com o piano frequentemente para transpor a sua narrativa.
Destacam-se também “Suspicion”, uma faixa que se reinventa ao longo da duração, “Hidden Documents”, “The Old Man” e “In the Woods”, pela mistura de elementos que levam à um clima de poder e inteligência. “Prints” é belíssima, enquanto “Dr Paul Emmett” se modifica através de seus quase 6 minutos de duração. Já “Bicycle Ride” é interessante justamente por essa característica forte de nervosismo que se estende ao longo de toda a trilha.
“Lang and the CIA” tabém é forte, e “The Truth About Ruth” é o ápice, onde uma explosão de momentos se traduz através das notas que caminham juntas em conformidade com a juntada das peças do quebra cabeça que envolve o filme. A ultima faixa é um reprise do tema, que relembra a técnica impecável do score. Com a maestria do grande compositor que é, Desplat começa o ano de 2010 mostrando que este aparenta finalmente ser o ano em que levará seu primeiro Oscar para casa. É esperar para ver.
Numero de Estrelas: 5
sábado, 20 de março de 2010
Agora nos Cinemas: "Um sonho possível"

domingo, 14 de março de 2010
Agora em dvd: Bons Costumes

A história gira em torno de Larita (Jéssica Biel) e John (Ben Barnes). Larita é americana e divertida e casa-se impulsivamente com John um jovem grande partido que agindo também por impulso a leva para a casa de seus pais um casal inglês daqueles de por medo na nora mais afável- enquanto Mr. Whitaker (Colin Firth, excelente) é distante e quieto, quem dá as rédeas da casa é Mrs. Whitaker (Kristin Scott Thomas, divertidíssima) uma inglesa tradicional que acha um ultraje seu filhinho ter se casado com uma americana tão moderna e ainda por cima viúva. Pra completar a família, Hilda (Kimberly Nixon) e Marion (Katherine Parkinson) são as irmãs chatinhas de John e só vão atrapalhar ainda mais a vida de Larita que custa a se adaptar no local que lhe é tão hostil.
O que chama a atenção no filme é que ele mexe com esta idéia do que é certo e do que é aparência, sendo esta muito importante para muitas famílias tradicionais. O interessante também é salientar a falta de sintonia do casal principal, que é feita claramente de propósito, para que tenhamos uma sensação de que realmente os dois não se encaixam. Até em termos físicos, embora Ben seja alto, seus traços são delicados demais para a beleza mais grandiosa de Jéssica Biel (e mais interessante ainda é notar que Bem é mais velho que Jéssica). Fantástico também está Colin Firth como um homem que tem muito a dar mas que não espera nada de ninguém e vê em Larita, uma chance de um novo rumo e Kristin Scott Thomas arrasa como uma eterna sogra megera.
A parte técnica do filme também é ótima, destacando a fotografia de Martin Kenzie (que tem em seu currículo a série Roma) e a direção de arte de Mark Scruton (de Stardust e Star Wars- ataque dos clones). A única ressalva que faço é em relação à essa mezzo mistura que envolve algumas canções do filme onde a bela trilha de Marius de Vries (de Moulin Rouge e Romeu e Julieta) é muito mal utilizada.
De qualquer modo é um bom filme, que merece ser visto pela menos pelas ótimas performances de Firth e Scott Thomas.
Nota: 8,5


