sábado, 27 de junho de 2009

As novidades da AMPAS (e claro, as nossas!)




Bom pessoal, vocês votaram, escolheram, foi uma disputa onde E O Vento Levou quase levou mesmo (olha que trocadilho mais sen-sa-ci-o-nal!!!), e então aqui está a nossa nova cara do blog! Agradecemos, claro, o brilhante Alex que já é nosso colaborador no quesito visual do blog!

Esta semana foi meio chocante... Como bem disse Vivi no post anterior, a morte de Michael Jackson pegou todos seus fãs de surpresa. Por incrível que pareça, nunca liguei muito pra ele, conhecia mais sobre sua personalidade freak do que sua obra mesmo, e estou descobrindo pelos especiais de sua morte que de fato eu gostava de diversas músicas do cara... Uma pena, sempre fico triste quando pessoas que eu considero jovens morrem...

Mas a semana já seria chocante o suficiente para os cinéfilos... Sim, estou falando das mudanças que a AMPAS anunciou sobre as novas regras do Oscar. Ao invés de fazer como os outros sites e blogs que simplesmente anunciaram, até porque perdemos o "fresh" da discussão, e ao invés de simplesmente levantar a bandeira a favor ou contra as mudanças, vamos fazer uma análise sobre o que está acontecendo, e as vantagens e os contras.

-> 10 indicados ao Oscar de Melhor Filme

O que foi dito: Para voltar às raízes, e para bons filmes pararem de passar pela situação de "quase chegou, mas não foi!" (leia-se "a revolta TDK), a decisão foi tomada para abrir o leque de opções, deixar a briga mais acirrada e justa.

O que não foi dito: Não é novidade que um dos assuntos mais tensos para a Academia é a audiência e os retornos financeiros da cerimônia. Verdade seja dita, apesar das boas mudanças deste ano e da audiência de fato ter crescido 13%, se filmes como TDK e Wall-E fossem indicados, a audiência poderia ser semelhante a de quando O Retorno do Rei venceu.

Mandaram bem! Como diriam alguns colegas, razões concretas para a mudança ser positiva: Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, Na Natureza Selvagem, O Labirinto do Fauno, Cidade de Deus, Frida e tantos outros filmes conseguiriam ter a grande indicação. É um bom reconhecimento, a festa deixa de ser elitista e ganha a chance de perder um "perfil batido".

Mandaram mal... Olha, o lance de que tudo ficará mais competitivo é mentira. A obviedade recair-se-á sobre os indicados a melhor diretor. Continuarão 5, e, obviamente, serão os 5 filmes que de fato estarão na briga. Também receio que o nível dos indicados caia, e ver um filme com o título "Indicado ao Oscar de Melhor Filme" não vai causar tanto frisson. E, principalmente, será uma pena ver A Bela e a Fera perder seu merecidíssimo e até então imutável título de única animação indicada ao Oscar de melhor filme.

O que se pode esperar: Muita fofoca e falação; uma cerimônia mais diversificada, gente surtando ao achar que filme a ou b realmente pode vencer (já surtavam antes... vide Pequena Miss Sunshine). Ah, e agora, as indicações de filmes como Nine, Shutter Island e Invictus são tidas como certezas.

Opinião: Precisamos de um tempo para nos adaptarmos!

-> Novas regras de Canção Original:

O que foi dito: Igualando-se à categoria de maquiagem, agora só se as canções obtiverem determinado score é que elas serão indicadas. Se num ano não houver canção com nota acima de 8,5 a categoria não existirá no ano.

O que não foi dito: Que a categoria nem é tão indispensável, e que os erros que insistem em acontecer (Guaranteed e The Wrestler sequer indicadas) não se corrigem com esta nova proposta.

Mandaram bem ou mandaram mal? Não faço idéia.

O que se pode esperar: Relaxem, as músicas fofinhas de desenhos animados continuarão sendo indicadas.

Opinião: X.

-> Prêmio honorário fora da cerimônia principal.

O que foi dito: Basicamente nada, só que o prêmio será dado no jantar, e não na festa de entrega dos prêmios.

O que não foi dito: Os cinéfilos lamentar-se-ão, mas é fato que se o foco é aumentar os espectadores da festa, os longos pronunciamentos honorários servem como sonífero para o público em geral.

Mandaram bem ou mandaram mal? Mercadologicamente muito bem. Mas é um passo atrás em relação à qualidade do prêmio.

O que se pode esperar: Que, se mantido, cariá no esquecimento.

Opinião: Não sendo os meus ídolos a serem homenageados, não me sinto pessoalmente tocado.

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O que se pode esperar disso como um todo: Não dando certo, eles voltarão nas decisões com a maior facilidade do mundo. Inclusive, creio que estes 10 indicados não duram mais do que 2 anos.


E vocês, o que acham?

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Especial: Michael Jackson (1958- 2009)


Um gênio da música...750 mihlões de cópias vendidas, recordes, um de seus cd´s é o mais vendido de todos os tempos...e ontem, além de perdemos a querida Farrah Fawcett tivemos a noticia que Michael Jackson, que provavelmente era o maior artista vivo (e com uma das vozes mais lindas da história) faleceu, inicialmente de parada cardíaca, na tarde de ontem...deixando milhões de fans, os 50 shows agendados e toda uma geração musical.
Um fenômeno que ontem virou uma lenda eterna.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Agora em dvd: "Pagando bem, que mal tem?"


Kevin Smith é um diretor engraçado. Seja dirigindo os filmes “O balconista 1 e 2” ou “Procura-se Amy” e “Dogma”, ele está sempre achando um timing engraçado. Num dos filmes que gerou um grupo fiel de fãs no ano passado “´Pagando bem, que mal tem?” é hilário, doce, com uma dupla dinâmica ótima, e espontâneo ao extremo. Zack (Steh Rogen em seu melhor papel), e Miri (Elizabeth Banks, mais uma vez adorável), são dois melhores amigos desde sempre mas estão visivelmente quebrados. Depois de uma reunião com colegas de escola, e descobrir que o ex colega Bobby Long (Brandon Routh) ganha muito dinheiro com filmes pornôs, eles resolvem fazer o seu próprio filme pornô, onde com pouco orçamento e muita criatividade, eles vão se meter em encrencas mas também descobrirem o amor que sentem um pelo outro.
O filme, vem com uma dinâmica simples, mas o que há de mais adorável nele é que ele na verdade é sim uma comedia romântica, mas que foge totalmente do padrão do gênero ao implantar uma dose de humor escabroso em sua trama. O casal principal é ótimo, e combinam como chocolate e vinho. E o roteiro é uma delicia, solto, descontraído e com tiradas ótimas (como na parte onde todos se vestem como personagens de “Guerra nas Estrelas”). Um filme que com certeza vai conquistar muita gente, tanto homens quanto mulheres (e principalmente os jovens) mas que para os mais tradicionalistas parecera um filme um pouco pesado (embora eles façam um filme pornô, não há nada demais). Diversão, risadas, e romance garantidos. Um cine bem pipoca.

Nota: 8,0

sábado, 20 de junho de 2009

Momentos: Fernanda Montenegro (Em Teatro: Viver Sem Tempos Mortos)


Quem mora em SP já deve ter sacado que conseguir assistir à peça Viver Sem Tempos Mortos, monólogo de Fernanda Montenegro, dirigida por Felipe Hirsch (um dos melhores diretores em atividade) é quase uma honra. Ingressos venderam em questão de horas, e os lugares pingados que sobraram esgotaram em uma semana, mais ou menos. Todo mundo queria ver Fernanda, aos 80, fazer sua primeira peça em 8 anos. Era um dos meus sonhos... Ver Fernandona nos palcos. Em uma peça sobre Simone de Beauvoir e seu relacionamento com Jean-Paul Sartre, cujo existencialismo eu estudara um ano antes. Era muita coisa para um único momento.

Quando as luzes se apagaram e eu ouvi os passos de Fernanda no piso de madeira do palco, meu peito revirou, era um verdadeiro frio na barriga. E ela, com um brilho imensurável, senta-se na cadeira e começa o monólogo de apenas uma hora, mas que por mim tinha o valor de uma eternidade. O texto, baseadas nas cartas de Simone, é belíssimo, sensível e até mesmo didático em alguns momentos. Fernanda nos comanda apenas com seu tom de voz, ora confidencial ora certeiro. Sua presença parece expandir do palco e torna-se uma névoa delicada a pairar sobre todo o teatro. A peça termina e a ovação é automática. As pessoas derramam-se em palmas, numa tentativa de retribuir o que fora dado.

Eu estava sem jeito, saí e perguntei para a menina que distribui os programas (que já virou o ponto alto da minha coleção) se Fernanda saía por ali, se havia algum jeito de falar com ela. Ela me mostrou um caderno, onde as pessoas escreviam comentários para Fernanda, e me disse que daria um jeito. Escrevi, me senti até bobo, mas com toda honestidade do mundo (que precisava), escrevi parabenizando pela peça, e agradeci, mesmo que tardiamente, por Central do Brasil. E então a garota surgiu para mim e disse "volta à platéia, ela vai sair lá para conversar com um pessoal".

Voltamos nós para a platéia, o ministro da cultura e o elenco de uma peça estavam lá, e ela sai para agradecer a presença destas pessoas. Conversou, deu para sacar seu tom imponente ao falar com o ministro, de maneira muito educada. A surtada de sua assistente não nos deu tempo, disse que estavam muito atrasados mas que Fernanda não iria embora sem nos dar uma atenção, então pediu a máquina, mandou a gente chegar e abraçá-la. Eu tremia de estar por perto, não conseguia falar. Vi ela e queria falar tanto, mas ela nos abraçou e posou para a foto. Agradecemos, e ela se foi.

Eu não dormi à noite.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Agora nos Cinemas: A Partida




Creio ser este o único vencedor de algum Oscar em 2009 que me faltava ver (a exceção, claro, dos curtas). E parte da motivação era compará-lo com o excelente Valsa com Bashir, e ver quem merecia mesmo. Foi assim que numa segunda feira desmarquei tudo que tinha para ir ao cinema, uma vez que o filme tinha poucos horários (creio que já irá sair de cartaz).

Conheço pouco do cinema japonês, não terei grandes bases de comparação. O filme começa de maneira pacata, em alguns momentos cômicos, e com problemas que deixam os personagens rapidamente tangíveis à nós, mesmo que inseridos em cultura muito, mas muito diferente mesmo. Acompanhamos um homem jovem, perdido em seu futuro, sem um emprego estável, convivendo com sua mulher submissa, e que perde o seu trabalho numa orquestra. Sua paixão pelo violoncelo deverá ser esquecida, ele se muda e começa uma nova vida. Nesta nova cidade, consegue um emprego tanto diferente: o de preparar corpos para o seu funeral.

Obviamente, a cultura japonesa também tem todo um ritual extremamente metódico e diferente para este momento, há uma série de passos a se seguir. Parte do encantamento do filme fica aí: a curiosidade. Em alguns momentos ele é extremamente cômico (ou eu ria em hora errada, como o personagem principal passando mal ao ir atender a senhora que estava há duas semanas morta). No entanto, A Partida é daqueles filmes milimetricamente calculados para fazer chorar. Aliás, deixar isso tão evidente é uma das falhas do filme. Mas ainda assim, emociona. Há algumas passagens belíssimas, eu destacaria ele tocando o celo na natureza intercalada com seu trabalho (que muita gente não gosta, mas eu vejo como um "descobrir do artístico" de sua nova profissão), e a morte de dois personagens importantes. O final do filme, a jogada entre a imagem desfocada e depois sendo focada é simplesmente arrebatadora.

Com algumas outras passagens desnecessárias (especialmente o polvo e o salmão), A Partida é um filme catártico, para nos matarmos de chorar. Isso deve ter lhe rendido o prêmio. Não é um filme ruim, pelo contrário. Mas não é um Valsa com Bashir.

Nota: 8,0

domingo, 14 de junho de 2009

Agora nos Cinemas: A Festa da Menina Morta


Os colegas que me conhecem do blog, ou de comunidades, sabem que eu raramente participo de um coro - enorme - de brasileiros que se lamentam ad eternum que o cinema brasileiro só mostra pobreza. No entanto, a certa altura deste filme (na verdade, logo em sua primeira parte) eu me questionava se, no final das contas, não existe mesmo tal fetiche. Mas não pretendo entrar nesta discussão; só a apresentei porque ela foi o ponto inicial para um questionamento que me permeou ao longo de todo o filme: por que isso está sendo mostrado? E destaco que, de certa forma, não sei se entendi bem o que estava sendo mostrado.

A Festa da Menina Morta narra sobre uma comunidade ribeirinha no Amazonas que comemora, todos os anos, o dia da menina morta, representada na terra por Santinho. O que se passa é que, ainda enquanto criança, Santinho (Daniel de Oliveira) "reviveu" sua mãe (de um suposto e não explicado suicídio). Mais ou menos neste tempo, a morte de uma criança lhe foi revelada, as roupas da tal menina foram trazidas por um cachorro até ele. Em suma, ele é tido como santo do local, faz milagres, abençôa.

É sensato dizer que o filme tem, dentre tantas possibilidades, um objetivo de se argumentar sobre crença e fé, cegas, na religião. Ali é uma religião inespecífica, mistura candomblé com cristianismo e até mesmo algo mais indígena (Matheus Nachtegaele foi eficiente aqui). E para provar a quão dúbio era aquele Santinho, sua personalidade é irritante, mimada. Santinho desenvolve-se a espelho da imagem de sua mãe, é afeminado, birrento, rebelde. Gosta da atenção, e sabe do poder que exerce sobre os outros. Em determinado momento, vemos que, apesar de santo, o garoto não liga para o que ocorre ali, ao seu lado, quando ele poderia ajudar. Não bastasse isso, o diretor (primeiro filme do Nachtegaele) optou por uma relação incestuosa sem grandes expliações: Santinho dá-se ao pai, este tido como mulherengo. Mas, aparentemente, a relação mais intensa do pai é com o filho.

O roteiro extremamente confuso poderia ser melhor caso não buscasse tanto o choque. Chocar é a palavra de ordem no filme. Isso não é ruim, mas aqui ficou evidente demais. Fosse um estudo mais quieto, mais calmo, menos superlativo, seria um tiro certeiro. Mas, devo concordar, de uma maneira estranha o filme nos fixa atenção. Mesmo a partir do momento que eu achei que ele se perdera de vez (SPOILER) no também inexplicado retorno da mãe de Santinho (/SPOILER), não conseguimos desgrudar os olhos e a mente do que ali se passa. Parte disso devemos ao espetacular desempenho do elenco, profissional ou não. Destaca-se Daniel de Oliveira, no papel de Santinho, Juliano Cazarré (Tadeu, o único personagem descrente do filme é, ao mesmo tempo, o que soa mais psicótico) e Jackson Antunes (Pai).

Então, sem querer jogar lenha na fogueira, A Festa da Menina Morta me fez pensar se este tal fetiche da pobreza não é, no final das contas, um fetiche pelo choque. Pelo menos, neste exemplo, o tom de denúncia se dilui perigosamente entre as provocações, mostrando-se de uma moral dúbia. Mas um bom filme.

Nota: 6,5

domingo, 7 de junho de 2009

Em teatro: rapidinhas...

Pessoal, O Exterminador do Futuro entrou para a lista de blockbusters deste ano que não verei. O tempo anda ultra corrido, e tenho investido ele (e a grana) mais em teatro, por incrível que pareça. Até o fim do mês teremos a resenha completa de A Bela e a Fera e do monólogo da Fernanda Montenegro Viver Sem Tempos Mortos. Minhas aventuras em dvd também não foram tão boas assim, então quando finalmente conseguir ver Valsa com Bashir eu venho aqui dar meus palpitecos. Então resolvi fazer um post no Em Teatro, para variar sobre musicais, mas com diversas novidades/fofocas e críticas para se fazer. Então vamos em notas curtas, rápidas e objetivas:

1) Resenha: Beatles Num Céu de Diamantes.


Não percam! Simples assim. Charles Möeller e Claudio Botelho (nem vou enumerar os tantos musicais dos caras em cartaz, já fiz isso outras duas vezes) estão no seu ano de ouro, e este não deixa de ser mais um belo exemplo de como a dupla pode ser produtiva. Um elenco de canto estonteante, uma peça de apelo muito mais visual de emotivo do que necessariamente da trama. Inclusive, bem ou mal, não há trama. Não há texto, só há, durante uma hora e meia, canções dos Beatles intercaladas. Só um adendo: quem não gosta de Beatles (existe?) passe longe né... Mas vale muito a pena para ver a interpretação de Kakau Gomes, Marya Bravo e Gottsha. Últimas apresentaçõe em SP depois de uma temporada de enorme sucesso no Rio de Janeiro!

2) Fofoca: Cats no Brasil.


Para quebrar as milhares de teorias conspiratórias que fiz para provar que O Rei Leão seria o musical a substituir a atual (ilógica) montagem de A Bela e a Fera, a T4F anuncia as audições para o musical Cats. Sim, parece que eles vão encarar o desafio de se montar um dos elencos mais complexos que eles poderiam... Simples, Cats exige muito de canto e dança ao mesmo tempo... E convenhamos, nos anos 80 ele até deve ter sido o máximo, mas nos tempos de agora... Foi meio bola fora... 

3) Fofoca sem solução: E a temporada de A Bela e a Fera?


Tá feito a fofoca esquizofrênica: os envolvidos com a produção de A Bela e a Fera já deram a pista de que seus contratos vão até o final do ano. Já alguns gatos pingados envolvidos com Cats (não sei como, se nem audições tiveram) afirmam que a produção sai ainda este ano. O anúncio oficial da T4F é que A Bela e a Fera encerra no final de julho (o que não vai acontecer, garanto). 

4) Evita x O Rei e Eu.


O diretor Jorge Takla (dos recentes My Fair Lady - indescritível - e West Side Story - invariavelmente bobinho) adiou novamente o seu Evita, para o qual já tinha convocado audições, para fazer O Rei e Eu. O que se dizia anteriormente é que Evita ficaria o primeiro semestre de 2010 em cartaz, para O Rei e Eu ficar o segundo. Será que só inverteu? Veremos...

5) Disney Records lança OBC no Brasil.


Sim, a Disney Records lançou os Original Broadway Cast dos seguintes musicais: Beauty and the Beast, Aida, The Lion King e Mary Poppins no Brasil. É a deixa para se comprar os cds a R$ 25,00... Boa a iniciativa, deveriam manter! Mas, mantendo o reconhecimento de que é seu maior fracasso on Broadway até agora, Tarzan foi completamente ignorado rs...

6) E O Rei Leão e Mamma Mia?
São os musicias que faltam do tal pacote da T4F para serem realizados (já tirei Cats da lista, uma vez que o anunciaram). Bom... Tudo que digo é que 2011 e 2012 já tem programação rs... Falta ver a ordem...

7) Outras?

Peças engatilhadas que certamente chegam ao Brasil, questão de tempo: O Rei e Eu, Evita, Hair, Spring Awakening, Gypsy, Hairspray, A Gaiola das Loucas. Peças que se tornaram boatos fortes: Sweeney Todd, Jane Eyre, O Rei Leão, Mamma Mia!, Carousel. Peças que falta averiguar: Xanadu, Rent!, O Violinista no Telhado, Annie.


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Até qualquer momento, quando eu tiver a sorte de pegar um filme expressivo em mãos! 

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Agora em Dvd: Noivas em Guerra


Quando duas das atrizes de comedias românticas mais talentosas se unem o resultado só poderia ser bom. Mas quando estamos falando de Kate Hudson, e Anne Hathaway, sendo dirigidas por Gary Winick (dos ótimos A menina e o porquinho e De repente 30) o resultado acaba sendo abaixo do esperado, onde temos uma boa comédia, mas que é totalmente esquecível. Liv (Hudson) e Emma (Hathaway) são melhores amigas de vida inteira, mas têm personalidades bem opostas: enquanto Liv é mandona e esquentada, Emma é calma e submissa. Quando ambas são pedidas em casamento, ficam bem felizes de se casarem, indo marcar suas datas no local mais badalado de Nova York. O problema ocorre quando, por um erro, suas datas acabam caindo num mesmo dia! E quando nenhuma das duas cede a data para a outra, o que era pra ser um planejamento feliz e radiante, torna-se uma verdadeira guerra, onde uma verdadeira amizade é abalada por futilidade expectativa de casamento.
O filme fica em cima desta disputa, que arranca certas gargalhadas, mas que fica aquém do que se espera, com Anne (que está numa ótima fase) conseguindo se sobressair sobre Kate (esta sim em uma má fase, mas que está para melhorar com sua ingressão na versão cinematográfica de “Nine”), com um roteiro com algumas falhas, e um bom elenco de apoio (que vai de Candice Bergen à Bryan Greenberg).
É um longa que, para os que são fãs de comédias românticas ou das atrizes principais vai ser bem avaliado, mas que para aqueles que são críticos, vai ser é bem criticado. Enfim, um meio termo, que vale pelo menos para a locação.
Nota:6,0