quinta-feira, 28 de maio de 2009

Cinenews: Veja trailer do novo filme de Werner Herzog

Saiu o trailer do novo filme de Werner Herzog, The Bad Lieutenant, protagonizado por Nicolas Cage e com Eva Mendes e Val Kilmer no elenco. Muitas pessoas duvidam deste projeto, mas estamos falando de Werner Herzog, um mestre do cinema, e por isso, acho que este filme será bom...confira o no link abaixo o trailer:

http://www.youtube.com/watch?v=hcviKjfPcNU

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Nos Cinemas duplo: Anjos e Demônios e Divã.

Anjos e Demônios


Se você não solta um suspiro de felicidade ao ouvir falar sobre Anjos e Demônios, eu até entendo. Aliás, se não visse o filme, eu até concordaria, para ser sincero. Dan Brown para a literatura deve ser pior ainda do que Ron Howard para o cinema. E a primeira junção dos dois foi realmente lastimável, naquilo que se chama O Código da Vinci. Mas as coisas, por incrível que pareça, podem mudar.

Dan Brown pode ser tronco, oportunista, delirado. Mas é divertido. Quem já tentou acompanhar alguma de suas tramas sabe que, por mais estúpido que seja, não abandonamos até chegar no traidor que matava todo mundo. Inclusive, todo livro é exatamente isso: o cara mais apagadinho, que achávamos que era bonzinho, é o vilão. Que seja. Anjos e Demônios tem suas forçadas incríveis, muitas delas herdeiras do livro... Mas suas filosofias agora até são mais compreensíveis e realistas (sim, boa parte das críticas ao Vaticano são honestas, apesar de exageradas). 

E Roward soube mexer no que tinha em mãos. Cortou coisas, mudou tantas outras. Basta dizer que, enquanto livro, Anjos é anterior a Código; mas que no cinema, o primeiro é explicitamente uma continuação do segundo. E Roward também mostra que sabe fazer um filme para prender a atenção, agitado, com perseguições, mortes... Há até uns crimes que me lembraram o clima de Seven (veja bem, sem tentar comparar a qualidade de ambos), [SPOILER] o crime do fogo, a claustrofobia que ele nos provoca, e sim, uma tensão bem grande [/SPOILER]. 

O restante do filme, pouco a destacar. É uma delícia ver as locações italianas, a fotografia é competente, e o elenco não nos repele. Se há algo a ser aplaudido é a fantástica trilha sonora de Hans Zimmer, realmente marcante.

Nota: 7,0


Divã



É raro termos meio-termos no cinema nacional. Ou a coisa é boa ou é ruim. Por isso, quando deparo com um intermediário, fico confuso. Ele é ruim com partes aproveitáveis ou ele é bom, e seria muito melhor com um leve mexer da coisa? Caímos em Divã. 

O texto não é nada que nos emociona tamanha inteligência. Tem uma sacada ou outra que os psicólogos acharão mais graça que os outros, mas são poucas, no geral, lida com estereótipos da profissão mesmo. Mas não é nisso que o filme se centra, mas sim na vida de sua protagonista, Mercedes. Mulher em crise de meia idade, marido com amante... Hora para pensar em si. 

Se o texto é mezzo mezzo, o elenco é melhor. Ou os atores têm carisma suficiente para sustentar seus personagens, como é o caso de José Mayer, Cauã Reymond e Helena Fernandes; ou eles são realmente talentosos e fazem valer o ingresso, que é o caso de Lília Cabral (uma das atrizes nacionais que mais gosto). Única exceção, claro, é Reynaldo Giannechini, invariavelmente ruim.

A direção volta na contramão, e é ruim. Alguns cortes deselegantes, a invariável péssima escolha em trilha sonora que os filmes nacionais teimam em ter... Várias escolhas que poderiam - e deveriam - ter sido diferentes. Mas não foram. Mas o filme faz rir, diverte, emociona, isso explica o seu sucesso de bilheteria em nossos cinemas...

Nota: 6,0

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Agora em dvd: Um faz de conta que acontece




Seja no presente ou no passado, não há nada de mais glorioso, nas memórias infantis, que as histórias que seus pais, avós, tios, enfim, em que a familia já contou para uma criança. Quem não lembra de já ter ouvido antes de dormir as aventuras da Chapeuzinho Vermelho ou dos Três Porquinhos? Embarcando nesta linha, a Disney lançou no final do ano passado este longa adorável, porém opaco chamado “Um faz de conta que acontece” protagonizado por Adam Sandler, e dirigido por Adam Shankman (Hairspray, Um amor para recordar).
Quando Skeeter (Sandler) se compromete a cuidar dos filhos de sua irmã Wendy (Courtney Cox), existem uma série de restrições perante os pimpolhos: eles não podem ver tv, não podem comer doces e devem sempre se alimentarem com base nas refeições “saudáveis” (mas nada saudáveis para uma criança) da mãe. A saida de Skeeter então é contar historias para seus sobrinhos Patrick e Bobbi, inventando as mais mirabolantes narrativas para embalar o sono dos pequeninos. O que Skeeter não sabe (mas passa a descobrir depois) é que, cada alteração feita na historia pelas crianças, acaba tornando-se realidade. Algo então que é muito importante visando que Skeeter trabalha de faz tudo num hotel que fora de seu pai, e tem o sonho de gerenciar o hotel. O filme segue, claramente, a linha do longa Encantada, ao se iniciar com uma narrativa sobre o longa, apostar nos momentos doces, e apostar no carisma do protagonista (no caso de Encantada é Amy Adams quem leva o trunfo de boa parte da produção). Mas se no filme sobre as desventuras da princesa Gisele no mundo real tinha o objetivo certeiro de homenagear as animações da Disney, em Um faz de conta que acontece não conseguimos enxergar o verdadeiro objetivo existente na essência do filme.
Embora os personagens sejam muito bem interpretados (principalmente por parte de Keri Russell como mocinha, Russel Brand como melhor amigo de Skeeter e Guy Pearce como vilão), além da participação graciosa de Jonathan Pryce como pai de Skeeter e narrador do longa, as linhas que delimitam a historia não se juntam, fazendo com que o filme perca um pouco de seu ritmo. Mas o filme vale pela intenção, e pelos momentos engraçados (não de Sandler, mas sim de Brand), além da cena memorável da chuva de chicletes. Vale a pena conferir.

Nota: 7,5

terça-feira, 12 de maio de 2009

Especial: Fotos exclusivas de Gustavo Santoalla na apresentação com sua banda, a "Bajofondo"

E não é que descolamos fotos exclusivas de Gustavo Santoalla no show que ele fez em Porto Alegre, dia 11? Ele estava se apresentando com sua banda, a Bajofondo (sabe a musica de abertura da novela "A Favorita"? É deles). Tudo isso porque meu namorado foi no show (conseguiu ingresso um dia antes, só pra constar, não fui porque moro em Criciúma/SC), e ainda descolou vaga no camarim!
Mostro então as fotos do vencedor de 2 Oscars (que merecidos ou não são dois Oscars sucessivos), Gustavo Santoalla:









domingo, 10 de maio de 2009

Em Teatro duplo: 7 - O Musical e Dona Flor e Seus Dois Maridos.

Se há algo que os cariocas estão sendo conosco neste primeiro semestre é generoso. As peças de maiores sucessos nos palcos cariocas em 2008 trilham caminhos iguais aqui em São Paulo em 2009. Tudo bem, em contrapartida lhes enviamos Hamlet, assombrosamente espetacular. Mas vamos, sem demoras, às peças!

7 - O Musical


A dupla Charles Möeller e Claudio Botelho tomaram muito energético nos últimos dois anos. Em um boom incrível de peças (olha, simultaneamente em cartaz temos A Noviça Rebelde, 7 - O Musical, Avenida Q, Beatles Num Céu de Diamantes e Gloriosa, sendo que Gypsy e Spring Awakening estão em fase de produção). 7 Surge surpreendente num cenário pouco explorado.

O cenário dos musicais 100% brasileiros. Até agora eu havia assistido somente Ópera do Malandro (também da dupla) neste estilo, e convenhamos, apaixonar-se por Chico Buarque não é difícil. Então aparece um misterioso 7, com um elenco invejável, uma improvável composição de Ed Motta. Ousado demais para não testar. E vale a pena. Ed criou uma trilha cinematográfica (basta ver que a trilha não cantada, que no cinema chamamos de "incidental" é simplesmente fabulosa), enquanto Botelho cria letras condizentes com a trama. É importante ressaltar que, ao contrário dos demais musicais, quando normalmente sabemos sua trama ou uma canção ou outra, 7 nos pega de surpresa em tudo.

E agrada muito. Especialmente o delicioso texto de Charles Möeller, que brinca maravilhosamente com a trama de Branca de Neve (e algumas outras referências também notamos). Aqui conhecemos Amélia, mulher amarga que ao perder o marido para Bianca (sim, a Branca), caminha em uma busca obsecada pelo seu amado. Em um texto extremamente feminista (o poder de 7 está nas mulheres), e que nunca opta pelo maniqueísmo barato, nos mostrando vícios recorrentes e perigosos, 7 transforma-se em um suspense dramático extremamente eficiente.

Que funciona graças a um elenco afiadíssimo. Zezé Motta e Rogéria aparecem no gênero com grande classe, enquanto Alessandra Verney, Malu Rodrigues e Suzana Faini também seguem muito bem em seus papéis. Mas o fôlego se perde com a participação da sempre excelente Alessandra Maestrini, que se mostra exuberante com Amélia. Com um canto inquestionável, e uma atuação que toca até os cantos mais escondidos da alma, Maestrini rouba para ela a cena, e olha que é muito difícil competir com aquele todo.

Ainda com um esmero visual, especialmente a cenografia de Rogério Falcão e os figurinos de Rita Murtinho, 7 - O Musical conquistou, merecidamente, o primeiro lugar de melhor peça em cartaz na cidade de São Paulo, de acordo com a revista Veja São Paulo.

Nota: 9,0. Em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso até dia 06/06/2009. R$ 40,00. Informações em: www.7omusical.com.br


Dona Flor e Seus Dois Maridos


Sejamos justos, é difícil quebrar o imaginário que envolve esta trama de Jorge Amado. Sempre nos remetemos à Sônia Braga e José Wilker, quando muito conseguimos imaginar Giulia Gam e Edson Celulari. Por isso, uma nova montagem precisa ser um tanto ousada para conseguir se destacar. Não é o fato. Por outro lado, o texto é tão delicioso, a montagem tão viva e os atores realmente carismáticos (sim, elogio a trinca principal, por mais improvável que isso fosse), que esta nova montagem torna-se altamente recomendável.

Pedro Vasconcellos retoma a Bahia divertida, enérgica. Cenografia e iluminação cativantes. Carol Castro faz de Flor algo muito delicado, meigo. É verdade que em momento algum ela emociona a platéia, mas também é verdade que a moça consegue fazer seu personagem criar uma ligação com o público, quase uma confidência. Duda Ribeiro está impagável como Dr. Teodoro, e Ana Paula Bouzas rouba as cenas nas quais aparece como Dona Norma. Mas a graça da montagem está mesmo em Marcelo Faria. Esqueçam a maldição de que global não atua, só é bonito. Ele faz um Vladinho extremamente debochado, cafajeste, e, sendo assim, naturalmente sedutor. Despe-se sem grandes dificuldades no palco (afinal, sua nudez foi um dos maiores elementos de publicidade da peça), mas não é este seu único trunfo.

Mas enfim, Jorge Amado é Jorge Amado. Vale a pena ser visto.

Nota: 7,5. Em cartaz no Teatro Faap até 14/06/2009. Ingressos a R$ 80,00 (sex e sáb) e R$ 60,00 (dom). Informações em: http://www.donafloreseusdoismaridos.com.br/

sábado, 9 de maio de 2009

Especial: Feliz dia das mães!




Amanhã é o dia daquelas que nos amam profundamente, imensuravelmente. Mulheres que dão suas vidas aos seus filhos, lutam pela sobrevivencia, sofrem, choram, nos confortam e dão todo o carinho do mundo, sem pedirem nada em troca.

Então eu resolvi fazer uma homenagem à minha mãe, Dona Nina Ferreira, uma mulher de fibra, que além de inteligente e muito querida, é a melhor mãe que eu poderia ter...

Para homenageá-la? Alem de colocar uma fotinho nossa aqui, postarei o video da musica "The way we were" tema do filme "Nosso amor de Ontem", que é o favorito da minha mãe...


quarta-feira, 6 de maio de 2009

É Pique!!!! Cinefilando completa seu primeiro ano de vida!


Ai, e não é que hoje, dia 06/05/2009, o Cinefilando completa seu primeiro aninho de vida? É tão emocionante... Então vamos retomar a história do blog.

Em certa comunidade de discussões sobre cinema, demonstrei meu interesse em ter um blog, fazer críticas... Era uma vontade antiga, que nunca tive coragem de encarar sozinho... Louis, Kauê e a Vivi compraram a idéia, surgiu um rebuliço sobre se ter um blog de cinema, até que msn vai msn vem, Louis teve coragem de iniciar a coisa, tirá-la do papel. Mas os ares estão aí para se voar, e primeiro Louis resolveu tocar um projeto sozinho, e dá tchau pro blog. Continuamos as publicações e convidamos o Arthur para entrar, que ficou extremamente feliz. Então foi a vez do Kau tocar um projeto sozinho. Passa-se um tempo, e o Gustavo entra para o blog. Entre vários altos e baixos de tempo, o blog já passou por uns momentos de silêncio, onde todos precisaram correr atrás de sua própria vida, mas enfim, sempre voltamos. Inclusive, Kau voltou também, com uma coluna quinzenal. E hoje estamos nesta formação, Vivi, Tiago, Arthur, Gustavo e a participação especial de Kau. 

Fomos nos desenvolvendo aos poucos... Antes nos dividíamos apenas Nos Cinemas e Em DVD... Foi crescendo, entraram as trilhas, as séries, os estrangeiros, cinenews, teatro... E algumas colunas que ainda não saíram do papel, não por falta de vontade. Hoje nos dividimos em Agora em DVD, Agora nos Cinemas, Box Office, Breve, Cinecult, Cine Review, Cinenews, Em Teatro, Especiais, Falando em DVD, Filmes, Foreign film, Mega preview, Premiações, Séries da BBC e Séries. 

O blog já passou por diversos visuais. Seu esquema de cores muda de acordo com o tema adotado. O tema inicial foi a clássica cena da lua do filme E.T. - O Extraterrestre. Em seguida entrou a cama na praia de Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, a dança de Cantando na Chuva, e, por fim, Moulin Rouge! - Amor em Vermelho, nossa primeira capa escolhida pelo público. Preparem-se que, para a comemoração, iremos mudar de novo.

Falando em números, o blog tinha uma média de 40 a 50 visitas diárias no seu começo, hoje chegamos em 100. Não sei precipitar exatamente o pico que tivemos, mas os três dias seguintes ao Oscar atingiram 200, 215 visitantes. Foi nosso récorde. 

As postagens com mais comentários fora, em ordem:

Cinefilando Awards 2008 (20)
Spun - Sem Limites (18)
Fim dos Tempos (18)
Desejo e Reparação (17)
Espelhos do Medo (17)
Vicky Cristina Barcelona (16)
Longe Dela (15)
The Fall (15)
O Curioso Caso de Benjamin Button (15)
Sweeney Todd (15).


E, por sinal, esta é nossa 287ª postagem. 

Que venha, então, a 574ª!!!! Parabéns a todos os membros, e obrigado a todos que sempre nos deram forças!

terça-feira, 5 de maio de 2009

Agora em dvd: A originalidade de "Uma noite de amor e música"


Existem filmes que são feitos para cativar o publico onde com uma ótima historia, e bons protagonistas, tornam-se pequenas jóias. Assim é “uma noite de amor e musica”, longa estrelado pelos carismáticos Michael Cera (de “Juno”) e Kat Dennings (uma das protagonistas de “A casa das coelhinhas”). Nick (Cera) é membro de uma banda e apaixonado por musica, e pela chatinha Tris (Aléxis Dziena) que joga os cd´s que Nick faz pra ela no lixo, e repudia suas intenções. Norah (Dennings) é extremamente apaixonada por musica, e pelos cd´s que Nick compõe. Alem disso ela tem um envolvimento especial com o mundo musical, que só será revelado ao longo do filme. Em uma noite, Nick e Norah se encontram em uma festa, e os amigos de Nick logo percebam que ela é a garota da vida dele, fazendo de tudo entãoa garota da vida dele, fazendo de tudo entma festa, e os amigos de Nick logo percebam que ela para uni-los. O resultado é uma noite de amor e musica, muito sensivel e doce. O filme, que tem a trilha inspiradora de Mark Mothersbaugh, e uma boa direção de Peter Sollett, é uma daquelas historias adoraveis, que encantam logo de cara o publico, garantindo uma hora e meia de momentos agradaveis e suaves.
E a dupla principal é fantastica. Dennings finalmente interpreta um papel que é a sua cara: a de menina doce, e Cera esta incrivel como sempre, proporcionando mais uma bela atuação. Os coadjuvantes do filme Ary Grainer, Aaron Yoo, Rafi Gravon e Jonathan B. Wright também são ótimos, e o cuidadoso roteiro de Lorene Scafaria, é um ponto a mais para o sucesso do filme.
Um belissimo exemplar das coisas simples da vida. Uma delicia.

Nota: 9,0

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Agora nos cinemas: A origem de Wolverine

Muitos estavam ansiosos pelo longa que contaria a historia do protagonista de X- Men. Pois bem, com muita informação para muito pouco tempo e personagens mal aproveitados, X-Men Origins: Wolverine, é um filme pipoca, mas não passa disto. O longa mostra o inicio de Wolverine, quando este cresce ao lado de seu irmão Dentre de Sabre (Liev Schreiber, ótimo no papel), e que acaba fugindo de sua condição ao ver a sede de sangue de seus companheiros. Ele então, "inicia" uma nova vida, ao lado de Kayla (Lynn Collins) mas logo se verá metido em uma nova trama.
Hugh Jackman é um ator extremamente carismático, disto não se duvida. Ele está excelente no papel, assim como Liev...mas o filme, embora bom, parece que as vezes não consegue manter um ritmo, além de necessitar muito dos efeitos especiais para impressionar. A direção de Gavin Hood é bem elaborada, mostrando o grande talento do mesmo, mas o roteiro deixa um pouco a desejar, sendo que o filme acaba tendo algumas lacunas (pelo menos foi o que eu percebi). Agora, os creditos iniciais são de encher os olhos, e a trilha de Harry Gregson Williams é extremamente competente como sempre.
Fica no mesmo nivel dos filmes da saga X-MEN? Sim, mas poderia ser um pouco mais cuidadoso em seu resultado final...e a participação de Ryan Reynolds é terrible hehehe.
Nota: 7,5