
PS: Não preciso falar que não há nada que justifique sua indicação à direção de arte. Pelo quê? A casa? Poxa hem...




8º Rachel Portman- A Duquesa: Ah! Essa trilha é incrível! Pincelando a alma de Georgianna, a duquesa de Devonshire e ascendente da Princesa Diana, Rachel Portman compôs uma das mais importantes trilhas do ano, onde a serenidade das cordas é o ponto principal.

7º Jan.A.P. Kaczmarek- The Visitor: Linda. É este o verdadeiro adjetivo a ser utilizado para descrever a trilha de “The Visitor”. Com uma carreira impecável o compositor mais uma vez cria uma belíssima obra, cativante ao extremo.

6º Hans Zimmer- Frost/Nixon: Mostrando um poder fora do comum, Frost/Nixon é uma trilha fantástica- o uso constante do violoncelo é soberano e Zimmer usa a inteligência ao criar uma melodia que se encaixou perfeitamente para o filme.
5º James Newton Howard- Defiance: Indicado ao oscar por esta trilha, James Newton Howard criou em Defiance, o score de sua vida. Dramática, emotiva e com lindos solos de violinos tocados por Joshua Bell, Defiance é digna de ser classificada como obra prima.
4º A.R. Rahman- Slumdog Milionaire: Original ao extremo, o indiano A.R.Rahman conseguiu abocanhar 3 indicações para o oscar (melhor trilha e 2 canções) onde a marca registrada é a mistura poderosa dos cons. Bela, única e sublime. Isto é Slumdog Milionaire.
3º Paul Cantelon- A Outra: Paul Cantelon já provou que veio para ficar- suas trilhas para os longas “Uma vida iluminada”, “O escafandro e a borboleta” e “W.” são divinas, mas nenhuma de suas trilhas supera o trabalho que o francês fez para o filme “A outra” que mais uma vez leva as telas a saga de Ana Bolena, desta vez baseado no best seller de Phillida Gregory. Com um tema impecável e peças sublimes, Cantelon compôs um score digno de Oscar.
2º Krishna Levy- The Fall, A queda: Pois esta trilha (e o filme também) me pegou de surpresa por sua qualidade insuperável. A queda é uma trilha estupenda: perfeita para um épico, este score de Krishna, indiano radicado na França é pura força e poesia, que embala os cenários adoráveis de Tarsem Singh.
1º Alexandre Desplat- O curioso caso de Benjamin Button: Considero Desplat o melhor compositor da atualidade, que vem intercalando um projeto melhor que o o outro- “A Rainha”, “The Painted Veil”, “A Fantástica Loja de Brinquedos”, Lus, Caution” e agora “O curioso caso de Benjamin Button”, um romance caprichado de David Fincher no qual Desplat soltou a imaginação e nos trouxe uma verdadeira obra prima, digna de encher os olhos. Não só é a melhor trilha do ano, como a mais bela do novo século, juntamente com “Em Busca da Terra do Nunca” de Jan Kaczmarek. Insuperável.
Bem, espero que tenham gostado do meu top 10....e que venham mais trilhas em 2009!

Ontem o Ti deu seus palpitecos sobre os indicados (muito bons pór sinal), mas, para dar uma segunda opinião, eu também resolvi fazer uma análise básica sobre alguns candidatos deste ano ao homenzinho dourado ali da foto. Em um ano que achavamos ter filmes fortissimos, mas que ficou um pouco abaixo da expectativa geral (vai dizer que vc tbm não ficou um tantinho decepcionado?), os cinefilos jedis de plantão quase tiveram um faniquito ao ver os indicados ontem. Era gente tremendo, roendo as unhas, passando mal (não é pra tanto né galera huahuahuahuaa), mas enfim, no final das contas tivemos algumas surpresas (Tdk fora de filme, direção e roteiro e THE READER DENTRO?), categorias viradas ao avesso (3 canções só? Por que? E cade The Wrestler) e algumas coisas já previstas (Benjamin Button x Slumdog), além de que eu fiquei hiper feliz com as 13 indicações ao "O Curioso Caso de Benjamin Button", filme o qual me apaixonei.

Ao contrário de muitas pessoas, quando eu soube da estréia de Marley e Eu como um filme fiquei feliz. Não havia lido o livro ainda, mas tenho um cachorro, um maltês, que é sim meu melhor amigo. Seu nome é Duque Otto (Duque é o nome do pia e Otto é o nome que eu dei em homenagem ao protagonista do filme "Os amantes do circulo Polar"), e eu não vejo mais a minha vida sem este meu ainda filhote (ele faz 10 meses dia 22) que me ajudou a ser mais humana e fiel nos relacionamentos. Então, antes de ver o filme, minha Tia que tem o livro me emprestou e eu o li em apenas 3 dias, e digo: o livro é magnifico. Doce, humilde, humano. John Grogan conta a historia de uma maneira que qualquer pessoa, incluindo as que não tem cães, se identificam. Então pensei: o filme não pode ser tão ruim como falam. E realmente não é, só que infelizmente, como uma gama de adaptações, não chega aos pés do livro.
O problema do filme não são os atores (Owen Wilson alias cai como uma luva no papel, e Jennifer Aniston é realmente parecida com a Jenny da vida real), nem a direção em si, mas sim o roteiro. O fato é que, mbora Marley e Eu o livro, tenha apenas 300 páginas, essas 300 paginas são tão enriquecedoras que deveriam ser analisadas com cuidado, para se fazer uma triagem e um roteiro. Mas, infelizmente, o que vemos é um filme enxugado, comprimido, afim de que se dê tempo de se chegar até o final. A história é basica: Casal jovem casa e decide comprar um cão. Escolhem um labrador que é um sapeca ao quadrado, e cria uma serie de confusões na vida do casal, mas também partilha de suas vidas através dos anos. Mas o que é essencial, e que foi muito pouco mostrado, é o relacionamento de grande amizade entre John e Marley. John realmente ama o cachorro, e em um momento da historia que considero um dos mais fascinantes do livro: quando John adestra Marley, infelizmente é cortado sem piedade do filme. Outra coisa que não me agradou, é que no livro, John só escreve um artigo sobre Marley no final, enquanto no filme, ele frequentemente em sua coluna matinal fala sobre o cão. Mas....como as adaptações são assim mesmo (ou são melhores que o livro, ou inferiores- u nunca vi um filme com uma adaptação na medida exata), eu entendo...mas não compreendo.
Então, o filme é divertido, também tocante, e não fará mal a ninguém. Agora, eu aconselho vocês a lerem o livro, este sim, uma preciosidade.
Nota: 7,0





Bom pessoal, para quem não sabe, amo listas, seja criá-las ou simplesmente vê-las. Tenho a tradição de todo ano fazer minha lista de preferências em todas as categorias... Ano passado tive o Orkut para publicar isso, e neste ano, o Cinefilando. Aproveito, então, e já aviso ao Déda, do Blog dos Cinéfilos que esta é minha lista. As categorias que eu não coloquei, é porque neste ano não me chamaram a atenção em nenhum aspecto, e são elas: Maquiagem (ano fraco) e Filme Nacional (infelizmente, vi poucos, e os que vi, não gostei).
Angelina Jolie, falem bem ou falem mal, é sim uma atriz muito dedicada, e que já defendeu de modo excelente papéis como os da modelo Gia Carangi em "Gia", ou da amalucada Lisa em "Garota Interrompida", papel que lhe rendeu o oscar de melhor atriz coadjuvante. Em um amo em que a categoria de melhor atriz está extremamente confusa e nebulosa, Angelina luta bravamente por uma indicação à categoria por seu papel como Christine Collins em "A Troca". Sim, o filme é comovente. Sim, ela está muito bem no papel. Não, eu não o veria duas vezes.